Criacionismo da Terra jovem

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Queda do Homem por Lukas Cranach the Elder


A perspectiva do criacionismo da Terra jovem é o resultado de uma leitura simples, ou histórico-gramatical da descrição da terra jovem na Bíblia, ou no Alcorão islâmico, onde ambos contêm relatos quase paralelos de uma criação em seis dias, Adão e Eva no jardim do Éden, e o dilúvio de Noé. Por propósitos que são claros, a interpretação cristã será construída e descrita.

Aspectos integrantes da posição criacionista da Terra Jovem incluem a criação em seis dias (englobando tudo, desde o início do universo ao surgimento do homem), e o dilúvio global do tempo de Noé (conforme os sedimentos contendo fósseis estabelecidos pelo relato do dilúvio prestam contas pela maior parte da coluna geológica). Cientistas criacionistas da Terra jovem também acreditam que a primeira lei da termodinâmica e a segunda lei da termodinâmica argumentam contra um universo eterno e também afirmam que estas leis apontam para o universo tendo sido criado sobrenaturalmente. [1][2][3]

Os argumentos pelos proponentes de uma Terra jovem caem nas seguintes categorias.

  • Bíblicos: O relato bíblico é escrito como história real, e, portanto, deve ser entendido como tal.
  • Teológicos: As doutrinas bíblicas dependem dos relatos da criação e do dilúvio como histórias reais.
  • Científicos: A evidência científica se encaixa melhor com uma Terra jovem do que uma Terra antiga.

Apoio bíblico

O livro hebraico de Gênesis, Capítulo 1.

Os criacionistas da Terra jovem argumentam que a Bíblia foi escrita como história real e era para ser entendida como história real. Com esta visão a Bíblia ensina claramente uma Terra jovem. A Bíblia afirma especificamente, que o tempo do início do universo à criação dos humanos foi os seis dias registrados em Gênesis 1, e que o tempo da criação do homem até o nascimento de Abraão foi aproximadamente 1950 anos, conforme está registrado nas genealogias bíblicas. Tendo dados bíblicos e outros dados para calcular uma data para Abraão, podemos calcular que o universo e a Terra foram criados aproximadamente seis mil anos atrás.

O Professor de Oxford James Barr (que não é um Criacionista de Terra Jovem) expõe a questão desta forma:

Ao que sei, não existe nenhum professor de Hebraico ou do Antigo Testamento em nenhuma universidade de nível mundial que não acredite que o escritor(es) de Gênesis 1-11 tivesse a intenção de passar aos leitores a ideia de que: a) a criação teve lugar numa série de seis dias semelhantes aos dias de 24 horas que agora temos; b) os números contidos nas genealogias de Génesis fornecem por simples adição, uma cronologia desde o início do mundo até estágios mais tardios na história bíblica; c) o Dilúvio de Noé é apresentado como tendo sido mundial e tendo extinguido todos os seres humanos e toda a vida animal exceto aqueles que estavam na arca. Ou, colocando negativamente, os argumentos apologéticos que supõem que os "dias" da criação são longas eras de tempo, os números de anos não são cronológicos, e o dilúvio é uma mera inundação local na Mesopotâmia, não são tomados seriamente por qualquer de tais professores, tanto quanto sei.

Os Dias da Criação

Artigo principal: Dias da Criação

A Bíblia afirma em Gênesis 1 que a terra, com todos os seus habitantes, foi criada por Deus em 6 dias. Embora muitas pessoas argumentem que os dias da criação não devem ser entendidos literalmente, os eventos são descritos em termos que são correlacionados com definições de durações específicas de tempo. Sendo que Deus criou o tempo e a linguagem, é razoável assumir que a leitura mais simples dessas passagens deve tomar lugar. A especificidade do período de tempo em questão torna-se clara e reforçada em várias ocasiões com a frase "E foi a tarde e a manhã".

Em Êxodo 20:8-11, Deus diz aos israelitas para santificar o sétimo dia, o sábado. A razão fornecida (v.11) é a de que Deus criou o universo em seis dias, e descansou no sétimo. Argumenta-se que a analogia seria uma des-analogia se os dias no Registro da Criação de Gênesis não fossem também dias literais. Esta ideia é repetida em Êxodo 31:15-17.

Apoio adicional existe no como a palavra "Dia" é usada em outros lugares na escritura. Em toda instância em que um dia é descrito na Bíblia usando esta terminologia fora de Gênesis, ele sempre significa um dia normal.

O Dilúvio de Noé

Artigo principal: Dilúvio de Noé

Com base em uma leitura clara de Gênesis, o dilúvio de Noé descreve um evento global que destruiu toda a vida terrestre na Terra, exceto aqueles que estavam na arca. Assumindo que este evento ocorreu como descrito, a perspectiva do criacionismo de terra jovem sustenta que o registro fóssil é o resultado desse dilúvio. Esta interpretação geológica, conhecida como catastrofismo, era um visão de longa data das rochas fossilíferas antes dos anos 1800, quando uma visão uniformitarista começou a se estabelecer.

Jesus acreditava em uma Terra Jovem

Artigo principal: Jesus Cristo

Quando Jesus foi questionado sobre o divórcio, ele citou Gênesis sobre a origem do casamento, mencionando que Deus os fez macho e fêmea desde o princípio da criação Marcos 10:6. Na escala de tempo da terra antiga, a origem da humanidade ocorreu nos últimos dois milhões de anos dos 14 bilhões de anos de idade do universo. Porém, na escala de tempo da Terra Jovem, a humanidade foi criada seis dias depois da criação do universo, verdadeiramente "no princípio da criação".

Jesus falou de Noé como uma pessoa literal, histórica como descrita nas Escrituras Mateus 24:37-38, e Abraão João 8:58, e Ló na Sodoma histórica Lucas 17:28-29 no contexto de seu próprio retorno. Jesus apelou aos escritos de Moisés para confirmar sua identidade João 5:46, seu propósito Lucas 16:31, e missão Lucas 24:27, assim como fez seus discípulos Atos 28:23.

O apóstolo Paulo usou a Criação como base para o evangelismo para aqueles sem qualquer fundamento hebreu Atos 17:24 e afirmou que a Cruz "sozinha" era "loucura" para tais pessoas I Coríntios 1:23 e a ressurreição "sozinha" é sem sentido para aqueles que não aceitam os escritos de Moisés Lucas 16:31 . Em última análise, os anjos declaram que o evento de criação por si só é o "evangelho eterno" Apocalipse 14:6-7 .

Muitas igrejas ensinam somente a crucificação e a ressurreição como "o Evangelho", mas é claro a partir dos tópicos principais de doutrina dos ensinamentos de Cristo que o "Evangelho completo" é composto por quatro eventos principais: criação, queda, Crucificação e Ressurreição, e as próprias explicações de Cristo exigem a criação e a queda para explicar o significado da crucificação e da ressurreição.

Apoio Teológico

Sem o fundamento de uma criação em seis dias literais, um bom número de doutrinas bíblicas encontradas no Antigo e no Novo Testamento ficam sem nenhuma base.

Pecado, Morte, e uma Criação "Boa"

Artigo principal: Queda do homem

No final de cada dia da criação "viu Deus que era bom". No fim do sexto dia, com a criação agora completa, "viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom." Gênesis 1:31 A morte foi introduzida como punição pelo pecado de Adão. Gênesis 3:19,22-24 "Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte." 1 Coríntios 15:26 Somente o ponto de vista da Terra jovem não admite morte antes de Adão. Todas os pontos de vistas de eras antigas colocam o registro fóssil—com seu registro de morte e sofrimento—antes de Adão, propondo assim que a morte é uma parte da criação "muito boa" de Deus, e não uma punição pelo pecado da humanidade, mas uma parte natural da existência.

Casamento

Deus criou Eva para ser a companheira de Adão. Ela foi criada do próprio corpo dele, então eles eram de uma só carne.Gênesis 2:21-24 Jesus ensinou que quando um homem e uma mulher se casam, eles são também "uma só carne". Marcos 10:6-8, Mateus 19:4,5 Jesus se refere à passagem de Gênesis como história real, e na verdade a validade do seu argumento depende disso. Também há a indicação de que os humanos foram criados "no princípio", enquanto as teorias evolucionistas colocam o homem relativamente mais tarde na linha do tempo do universo.

Roupas

Antes do pecado, Adão e Eva estavam nus, mas não se envergonhavam.Gênesis 2:25 Depois que pecaram, porém, perceberam sua nudez e tentaram se cobrir.Gênesis 3:7 Deus matou um animal e os vestiu com túnicas de peles.Gênesis 3:21

Apoio Científico

Cientistas criacionistas de terra jovem promovem uma série de argumentos em apoio a uma criação recente, argumentos que colocam um limite máximo na idade da Terra, do sistema solar, ou do universo.[4][5][6] Muitas objeções a afirmações de uma idade extremamente antiga para a terra e o universo têm sido apresentadas também.[7][5] Por exemplo, o argumento de Russell Humphreys baseado na quantidade de sal no oceano é feito para mostrar a idade máxima possível dos oceanos com base em assunções uniformitaristas, e portanto mostra que os oceanos não poderiam ser tão antigos quanto afirmado; o argumento não é feito para mostrar a idade real dos oceanos, e como tal a idade resultante, embora muito grande para a visão da terra jovem, não é inconsistente com ela.

Terra jovem

O grupo RATE conduziu uma iniciativa de pesquisa colaborativa entre o Institute for Creation Research e a Creation Research Society para investigar problemas com a datação radiométrica.
Artigo principal: Evidência de uma Terra jovem

Cientistas criacionistas de terra jovem acreditam que a escala de tempo geológico evolucionista está errada.[8][9][10] Eles também apontam para múltiplas linhas de evidência do campo da geologia mostrando que a terra é jovem.[11][12][13][14] As pressuposições uniformitaristas são rejeitadas, em favor de processos catastróficos relacionados com o dilúvio global como responsáveis pela vasta maioria das características geológicas da Terra. Deve-se notar que o catastrofismo está em crescente aceitação no campo da geologia. [15][16] Criacionistas de terra jovem também afirmam que a geologia uniformitarista da terra antiga tem inúmeras anomalias. Por exemplo, William R. Corliss catalogou inúmeras anomalias na geologia uniformitarista da terra antiga paradigm. [17][18]

Criacionistas de terra jovem argumentam também que paleontólogos têm falhado até agora em identificar as formas de transição que a teoria da evolução requer. Há mais de cem milhões de fósseis identificados e catalogados atualmente nos museus do mundo.[19] Se a teoria da evolução é verdadeira, então deveria haver formas de transição no registro fóssil que mostre as formas de vida intermediárias. Outro termo para essas "formas de transição" é "elos perdidos".

Veja o seguinte para mais argumentos que apoiam uma Terra jovem:

  • Decaimento do campo geomagnético - Observações feitas da força do campo magnético da Terra ao longo dos últimos 150 anos mostram que ele está decaindo, o que coloca um limite na idade da Terra.
  • Halos pleocróicos - Marcas de decaimento radioativo, que sugere problemas com o modelo uniformitarista padrão.
  • Difusão de hélio - há uma quantidade significativa de hélio ainda dentro dos zircões, mostrando que sua idade é de 6000 +/- 2000 anos.
  • Decaimento Nuclear Acelerado - Experimentos recentes encomendados pelo grupo RATE indicam que "1.5 bilhões de anos" de decaimento nuclear aconteceu, mas em um ou mais períodos curtos há 4000 - 8000 anos. Isto iria encolher os alegados 4.5 bilhões de anos de idade radioisotópica da Terra para apenas uns poucos milhares de anos.

Universo jovem

Artigo principal: Evidência de um universo jovem

Criacionistas de terra jovem acreditam que o universo foi criado por Deus, e rejeitam explicações naturalistas sobre a origem das galáxias, estrelas, e planetas.[20] Além disso, cientistas criacionistas de terra jovem contestam a Teoria do Big Bang afirmando que a teoria não é cientificamente sólida.[21][22][23][24] Cientistas criacionistas apontam também que a teoria do Big Bang tem tido muitos dissidentes, incluindo o astrônomo britânico Sir Fred Hoyle, o ganhador do Prêmio Nobel Hannes Alfven, e os astrônomos Geoffrey Burbidge e Halton Arp.[25] Em 2004, uma "Carta Aberta a Comunidade Científica" contestando a teoria do Big Bang que foi assinada por 33 cientistas principais foi publicada na internet e no periódico científico New Scientist. A carta dissidente tem sido subsequentemente assinada por centenas de indivíduos ao redor do mundo.[26]

Veja o seguinte para mais argumentos que apoiam um universo jovem.

Sistema solar jovem

Artigo principal: evidência de um sistema solar jovem

A teoria de um sistema solar jovem tem muitos argumentos científicos que podem ser usados para mostrar consistência com a crença em uma criação recente. Alguns simplesmente colocam um limite superior na idade do sistema solar.

Veja o seguinte para argumentos que apoiam um sistema solar jovem.

Aderentes e Opositores do Criacionismo da Terra Jovem

Sede do Institute for Creation Research em Dallas, Texas.

Aproximadamente 47% da população dos Estados Unidos acredita que o homem foi criado por Deus praticamente em sua forma presente há menos de 10,000 anos e este número tem permanecido praticamente constante nos últimos 20 anos.[1][2] O Criacionismo de Terra Jovem é mais comumente encontrado em membros das Fés Abraâmicas, especialmente o Judaísmo, o Cristianismo, e o Islamismo. A maioria dos criacionistas de terra jovem acreditam que a maior parte do livro de Gênesis (incluindo os registros da criação) é uma narrativa simples pretendida para ser entendida literalmente.[27]

A seguir estão os principais ministérios criacionistas de terra jovem do mundo.

Tradicionalmente, o Judaísmo apoiou o criacionismo de terra jovem.[28] Adicionalmente, uma maioria dos pais da igreja primitiva apoiaram a visão do criacionismo de terra jovem.[29] Enquanto o Criacionismo de Terra Jovem é proeminente em muitas denominações Protestantes conservadoras, denominações Protestantes e Judaicas teologicamente liberais em geral o rejeitam.[30][31][32] A Igreja Católica Romana pós Vaticano II tem uma visão cautelosamente positiva da teoria da evolução, enquanto a maioria dos Católicos tradicionalistas apoiam fortemente a visão de uma terra jovem e uma criação literal. [33][34]—mas em 2005 o Cardeal Christoph Schönborn, Arcebispo de Vienna, disse que encontrou evidência de design na natureza e que tentar ignorar tal evidência ascenderam a uma abdicação do intelecto.[35] O Judaísmo Ortodoxo atualmente tem diversas opiniões com relação ao criacionismo de terra jovem.[36] O Judaísmo Ultra-Ortodoxo aceita o criacionismo de terra jovem.[37] Ateus não acreditam no criacionismo de terra jovem.[38] Embora os agnósticos não acreditem no criacionismo de terra jovem, tem havido algumas afirmações notáveis de ceticismo em relação a teoria da evolução de agnósticos.[39][40] Por outro lado, Charles Darwin e Thomas Huxley, ambos proponentes ferrenhos da teoria da evolução, afirmaram que eram agnósticos.[41][42]

Referências

  1. Evidences for God From Space—Laws of Science
  2. Thompson, Bert, So Long, Eternal Universe; Hello Beginning, Hello End!, 2001 (Apologetics Press)
  3. First Law of Thermodynamics by Dr. Walt Brown, In the Beginning: Compelling Evidence for Creation and the Flood, 8th Edition (2008),
  4. ‘Young’ age of the Earth & Universe Q&A (Answers in Genesis).
  5. 5,0 5,1 Astronomy and Astrophysics Questions and Answers (Answers in Genesis).
  6. ‘Young’ age of the Earth & Universe Q&A (Creation Ministries International).
  7. Radiometric Dating Questions and Answers (Answers in Genesis)
  8. Woodmorappe, John, The Geologic Column: Does It Exist? Journal of Creation 13(2):77–82, 1999
  9. Morris, Henry, Geology and the Flood Impact 6, August 1973
  10. Geologic Time Scale - The Misconceptions (All About Creation)
  11. Geology Questions and Answers (Answers in Genesis)
  12. Geology (Creationism.org)
  13. Geology Links (Northwest Creation Network)
  14. Baumgardner, John, Genesis Flood 28 July 2003.
  15. The Mexico Earthquake - Some Afterthoughts by Ariel A. Roth, Origins 12(2):61-63(1985)]
  16. Up with Catastrophism! by Henry Morris, Ph.D. August, 1976
  17. The Sourcebook Project: Catalog of Anomalies by Omni Edge Science Winner, December 1996
  18. Polystrate Fossils and the Creation/Evolution Controversy by Joe Deweese and Bert Thompson, Ph.D. Apologetics Press :: Reason & Revelation, 20[12]:93-95 December 2000.
  19. Scientists Speak About Fossils - 1 Creation-Evolution Encyclopedia. by Creation Science Facts
  20. Brown, Walt, 2001, Figure 21
  21. Thompson, Bert, Harrub, Brad, and May, Branyon The Big Bang Theory—A Scientific Critique Apologetics Press, May 2003 - 23[5]:32-34,36-47.
  22. Brown, Walt, 2001, Big Bang?
  23. Big Bang Breakdown by Brad Harrub, Ph.D. Apologetics Press :: In the News
  24. Big Bang Background Radiation—Is that “Roar” of the Heavens Merely Laughter? by Brad Harrub, Ph.D. and Bert Thompson, Ph.D., Apologetics Press :: Sensible Science
  25. The Big Bang Theory Collapses by Duane Gish, Ph.D. ICR Impact 343. Jun 1, 1991
  26. An Open Letter to the Scientific Community New Scientist, May 22, 2004
  27. Grigg, Russell, Should Genesis be taken literally? Creation 16(1):38–41, December 1993.
  28. James-Griffiths, James,Creation days and Orthodox Jewish tradition Creation 26(2):53–55, March 2004.
  29. Bradshaw, Robert I., Creationism & the Early Church, chapter 3, The Days of Genesis 1.
  30. Morris, Henry, Old-Earth Creationism Back to Genesis April 1997.
  31. What Conservative Protestants Believe (beliefnet).
  32. Jarvik, Elaine, Beliefs on Darwin's evolution vary from religion to religion Deseret Morning News, January 19, 2006.
  33. Pope praises science but stresses evolution not proven USA Today, Updated 4/12/2007.
  34. Heneghan, Tom, Catholics and Evolution: Interview with Cardinal Christoph Schönborn (beliefnet).
  35. Schönborn, Christoph, Finding Design in Nature, The New York Times, July 7, 2005. Retrieved November 28, 2007.
  36. Rabbinical Council of America, Creation, Evolution, and Intelligent Design.
  37. Winnick, Pamela R.,Evolutionary War Toledo City Paper, March 7, 2002.
  38. Batten, Don, A Who’s Who of evolutionists Creation 20(1):32 December 1997.
  39. Woodward, Thomas E., Doubts About Darwin (Apologetics Press).
  40. Agnostic Philosopher Caught in Conspiracy to Question Darwinism Evolution News & Views, (Discovery Institute).
  41. Darwin's slippery slide into unbelief by John M. Brentnall and Russell M. Grigg. Creation 18(1):34–37, December 1995.
  42. The Bulldog's Life: Part I by Paul A. Nelson. Origins & Design 17:1. Book Review of Huxley: The Devil's Disciple by Adrian Desmond

Ligações externas

Livros

Artigos

Ver também

Respostas a Anticriacionistas

Livros e Vídeos