Naturalismo

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Tornou-se comum se fazer referência ao ar livre como a "Natureza", devido ao ensino generalizado do naturalismo.

O naturalismo é uma cosmovisão que sustenta que o cosmos e a vida passaram a existir e operam apenas por processos físicos. O foco explícito e exclusivo sobre o mundo natural tem impulsionado a ciência moderna a aceitar o naturalismo como a filosofia da ciência predominante. O naturalismo não apela para a realidade sobrenatural ou não física para explicações em nenhum momento e por isso muitos filósofos cristãos como Alvin Plantinga, William Lane Craig e Peter van Inwagon têm considerado o naturalismo como a manutenção de uma posição mais forte do que o ateísmo. Segundo Plantinga o naturalismo não só pressupõe a inexistência de Deus mas estende-se por todas as áreas da vida, respondendo a uma série de questões existenciais profundas, como a forma como a vida deve ser encarada, do que o mundo é fundamentalmente feito e qual é realmente o propósito da humanidade. A partir desta posição metafísica, os filósofos acusaram o naturalismo de ser uma cosmovisão e garantindo assim as funções cognitivas de uma religião faltando apoio apenas das ações exteriores de adoração e/ou rituais.[1][2]

O naturalismo metafísico (também chamado de naturalismo ontológico, naturalismo filosófico e materialismo científico) é uma visão de mundo em que a realidade é composta por nada além das coisas naturais, forças e causas. Todos os conceitos relacionados à consciência ou à mente referem-se a entidades que são redutíveis às mesmas tais coisas naturais, forças e causas. Dentro da metafísica do naturalismo não há existência objetiva de qualquer ser sobrenatural, força ou causa, tal como estão descritos em vários relatos religiosos e mitológicos. Todas as coisas sobrenaturais são finalmente explicáveis puramente em termos de coisas naturais. O naturalismo metafísico é uma visão monista e não uma visão dualista da realidade.

The explicit and sole focus on the natural world has driven modern science into accepting naturalism as the predominant philosophy of science. Many Christian philosophers like Alivn Plantinga and William Lane Craig have deemed naturalism as maintaining a stronger stance than atheism. According to Plantinga naturalism not only presupposes the non-existence of God but extends over all areas of life answering a range of deep existential questions like how life should be viewed, what the world is fundamentally made of and what the purpose of humanity actually is. From this metaphysical position philosophers have charged naturalism as being a worldview and thus granting the cognitive functions of a religion missing support for only the outward actions of worship and/or ritual.[3][4]

Devido à atitude típica do naturalista contemporâneo, que é semelhante à atitude expressa por Searle na citação anterior, a grande maioria dos filósofos naturalistas têm vindo a manter (desde o final da década de 1960) uma crença injustificada no naturalismo. Suas justificativas foram derrotadas pelos argumentos desenvolvidos por filósofos teístas, e agora os filósofos naturalistas, em sua maior parte, vivem na escuridão sobre a justificativa para o naturalismo.' Eles podem ter uma crença verdadeira no naturalismo, mas não têm nenhum conhecimento de que o naturalismo é verdade, já que não têm uma justificativa para suas crenças que não foi derrotada. Se o naturalismo é verdade, então suas crenças no naturalismo são verdade acidentalmente.[5]

História

O Naturalismo é uma doutrina antiga, e tem existido em conflito constante com o teísmo e o sobrenaturalismo, como é exibido em manifestos antigos do naturalismo, como Sobre a Natureza das Coisas. O naturalismo é agora a doutrina dominante da ciência moderna. A palavra naturalista hoje se refere normalmente a quem defende esta filosofia, contudo, no século XIX o termo "naturalista" foi usado para se referir a quem estudava a natureza.

Os fundadores da ciência moderna, como Galileo Galilei e Isaac Newton, viam os eventos naturais com uma filosofia diferente em relação a aqueles que promovem muitos modelos padrões desde Darwin. A maioria dos pioneiros da ciência acreditavam num Deus que criou um universo de ordem, um universo que agora opera sob leis ou processos naturais. Eles acreditavam que Deus criou o mundo sem as restrições das leis que nós, como humanos imperfeitos, entendemos. Em outras palavras, Deus criou sobrenaturalmente, mas o universo resultante opera agora de forma previsível: de forma natural.

Cosmovisões Conflitantes

A Escritura não usa os termos "natural" ou "sobrenatural", nem usa estes conceitos em particular. A Bíblia usa os termos "celestial", "espiritual", "terra/terrestre", "temporal", "visto" e "invisível", etc. The terms "natural" and "supernatural" are in fact secular definitions used to delineate between the physical, measurable existence (natural) and make-believe (supernatural). In other words, for the secularist, the term "supernatural" is where all make-believe has a home, whether God, demons, angels and eternal souls, but also zombies, vampires, pixies, faeries etc. Conversely, the "natural" world is the world where "God is not". The Scripture asserts (Hebrews 1:3) that the entire creation is upheld by the "word of his power". So there is no place in the creation where "God is not". This means that the "natural world" that the secularist believes in, doesn't exist. It's make-believe. And if this is true, then the supernatural world that the secularist designates as make-believe, is completely make-believe. In short, the claims of the secularists of a natural/supernatural world are contrived. There's no such thing as either one. There is only "the creation", made with living creatures and heavenly beings which cohabitate on the same space/matter/time fabric.

Naturalistas rejeitam milagres por motivos filosóficos, já que Deus e explicações espirituais estão fora do quadro naturalista. Alguns naturalistas buscam definir palavras como ciência de tal forma que rejeitam o criacionismo como não ciência sem discutir. No contexto dos eventos criativos de Gênesis, o sobrenatural pode ser definido como leis e princípios (das operações da matéria) que são naturais para Deus, mas não para os humanos. Em outras palavras, o "natural" é subjetivo. Para alguém isolado da tecnologia moderna, a operação de um avião é sobrenatural e miraculosa; para um mecânico de aviões, as partes do avião operam de acordo com as leis naturais que são conhecidas e entendidas. O Naturalismo rejeita realidades que não podem ser medidas ou detectadas pelos sentidos humanos. Consequentemente o naturalismo rejeitaria anjos, demônios, e espíritos como o próprio Deus, que é um espírito e não tem um corpo como os nossos. Paradoxicalmente, muitos naturalistas aceitarão elementos da astrologia.

Philosophical Components

Metaphysical naturalism represents a particular view about ultimate existence and hence belongs to the philosophical field of ontology. In practice the use of the term metaphysical naturalism reduces to the more specific ontological view of scientific naturalism because modern science demands naturalistic explanations. It forms the philosophical foundation of methodological naturalism which represents a particular view of how one may arrive at knowledge about reality and which hence belongs to the philosophical field of epistemology. Metaphysical naturalists ought to begin by examining their epistemology. Constructing an epistemology based on metaphysical naturalism in a reasonable and thoughtful way requires an examination of what is being investigated, seeking how to discover if it is a possibility, and spending the time necessary to reach conclusions. In practice, however, one's epistemology is but superficially examined and applied merely by intuition. More often, it is simply borrowed from parents, teachers, or peers and not critically examined or constructed by the individual. If one has not even thought about it, much less carefully examined and tested what one thinks one knows, it's unlikely that one's unexamined assumptions will just by pure chance be sound and trustworthy. Everything done, believed and desired ultimately depends upon one's knowledge being correct.[6]

Physicalism and pluralism

There are two general categories of metaphysical naturalism: physicalism and pluralism. Physicalism entails the claim that everything everyone has observed or claimed to observe is actually the product of fundamentally random arrangements or interactions of matter-energy, arrangements or interactions that follow natural laws of physics, in space-time, and therefore it is unreasonable to believe anything like a creator deity exists. Pluralism (which includes dualism) adds to this the existence of fundamentally random things besides matter-energy in space-time. Other forms of metaphysical naturalism agree with the science of scientific naturalism, but its metaphysical conclusions differ over abstract objects like "mind," "soul," "free will," or anything having to do with self-made men.

Methodological naturalism

Methodological naturalism is the label for the required assumption of philosophical naturalism when working with the scientific method. The terms philosophical naturalism and ontological naturalism all refer to or ultimately underpin methodological naturalism. Methodological naturalism entails the assumption that observable events in nature are explained only by natural causes, extrapolating up to include the entire universe. Empirical methods will only ascertain facts, yet reliance on extrapolation pushes this thinking into a philosophy.

Since philosophy is at least implicitly at the core of every decision we make or position we take, it is obvious that correct philosophy is a necessity for scientific inquiry to take place.[7]

There are basic philosophical assumptions implicit at the base of the scientific method - namely, that reality is objective and consistent, that humans have the capacity to perceive reality accurately, and that rational explanations exist for elements of the real world. Supernatural explanations is not explicitly denied, they would say but rather ruled out as a possibility, those types of explanations are considered outside of the methodological naturalism realm. In other words the distinction between the two is largely word games because strict philosophies always gird science so that they always share that in common. These assumptions are the basis of naturalism, the philosophy on which science is grounded.[7]

Common Beliefs

Besides the basic beliefs already described above, most if not all contemporary naturalists believe the following as the logical consequences of the core beliefs of naturalism. These form the basis for naturalistic interpretation of science.

Undesigned universe

The universe has either always existed or had a purely natural origin, being neither created nor designed. Either way, naturalists hold nature (rather than, say, God or Tao) to be the ground of all being. The popular Big Bang cosmology was developed within this assumption, proposing that the observable universe had a beginning, unfolding from a process of natural laws. But this does not resolve the question of whether all that exists began to exist at once or whether a being of some sort has always existed. Some naturalists propose a multiverse theory where it is thought that the observable universe is only part of a much larger whole. Citing the first law of thermodynamics, other naturalists propose that matter has always existed; matter, not the universe in its current state, exists eternally. [6]

Deep Time

The concept of time as associated with the existence of a universe or universes is known as Deep Time. Its measurement is conceived in billions of earth years. As an indispensable part of the Cosmos, deep time is an accepted fact, not an hypothesis. "By recognizing the vastness of Earth history compared to human history, we internalize what John McPhee has termed Deep Time"[8]

Abiogênese

Since matter is all there is, and since there are no gods to interact with the universe, abiogenesis (life arising from inorganic matter according to natural law) is an unqualified certainty, not a hypothesis. There are several current hypotheses about how abiogenesis happened, but thus far a conclusive explanation of how abiogenesis works remains elusive.[6] The concepts of Panspermia and Exogenesis move the problem of the origin of life to elsewhere in the universe solving nothing.

Evolução

Since there were once only simple lifeforms and now there is a rich diversity of life on Earth (the existence of creative gods is precluded) evolution by natural selection or other means is a verity of the naturalist worldview. While scientific hypotheses of how the evolutionary process took place over deep time are widely discussed, belief in the fact of evolution is unshakable.

Mind as brain

Human beings have no independent soul or spirit, but only a material brain, which operates to produce a conscious mind. Since one's mind, and hence one's identity and existence as a person, is entirely the product of a physical process, three conclusions follow. First, all mental contents (such as ideas, theories, emotions, moral and personal values, or beauty and ugliness) exist solely as computational constructions of the brain, and not as things that exist independently of conscious thought. Second, damage to the brain (from disease, drugs, malnutrition, or injury) frequently entails damage to the self and therefore should be of great concern. Third, the death or destruction of one's brain cannot be survived, and therefore all humans are mortal. Given present technology, this means that death is inevitable and causes the complete extinguishment of an individual. Since this entails there is no afterlife, naturalists argue humans need to accept this and make the most of what they have. [6]

Referências

  1. The Nature of Nature: Examining the Role of Naturalism in Science, "Evolution versus Naturalism" by Alvin C. Plantinga. Pg 137.
  2. The Religion of Evolution por Gary DeMar, 30 de setembro de 2002
  3. Bruce L. Gordon and William A. Dembski, The Nature of Nature: Examining the Role of Naturalism in Science (Intercollegiate Studies Institute 2011), pg. 137
  4. Stanford Encyclopedia of Philosophy: religion-science
  5. The Metaphilosophy of Naturalism By Quentin Smith, Philo Volume 4, Number 2
  6. 6,0 6,1 6,2 6,3 Carrier, Richard, 2005, Sense and Goodness without God: A defense of Metaphysical Naturalism, AuthorHouse, p23-24
  7. 7,0 7,1 A., Kate, & Sergei, Vitaly, 2000, Evolution and Philosophy: Science and Philosophy, access date 21 September 2009
  8. Palmer, A. R. & E-an Zen, The Context of Humanity: Understanding Deep Time Access date: 21 September 2009

Ligações externas

Ver também