Tentilhões de Darwin

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Tentilhões de Darwin ou tentilhões de Galápagos. Darwin, 1845. Jornal de pesquisas sobre a história natural e geologia dos países visitados durante a viagem do HMS Beagle ao redor do mundo, sob o comando do capitão. Fitz Roy, RN 2ª edição.

Os tentilhões de Darwin são treze a catorze diferentes espécies de tentilhões que vivem na Ilhas Galápagos. Estes pássaros foram considerados um ícone da evolução desde que Charles Darwin os estudou na viagem do Beagle, em 1830. Darwin havia notado que cada ilha tinha a sua própria variedade de tentilhão. Não é, principalmente, o fato de que as aves são todas cerca do mesmo tamanho (10-20 cm.) que tenha causado um tal alvoroço na comunidade científica entre os evolucionistas e criacionistas; nem o fato de que elas são todas da mesma cor. A diferença mais importante entre as espécies está no tamanho e na forma de seus bicos, todos adequados às suas dietas e estilos de vida variados. Alguns tinham grandes bicos utilizados para quebrar nozes e sementes, enquanto outros tinham bicos finos adequados para a captura de insetos etc. A explicação para isto dada por Darwin foi que todos os tentilhões das ilhas vieram de um par original de tentilhões, e que a seleção natural é responsável pelas diferenças. Devido às variações nos tentilhões ele deduziu que todas as espécies na Terra tinha evoluído a partir deste processo através de bilhões de anos.[1]

Charles Darwin estava parcialmente correto quando afirmou que os seres vivos podem mudar. E era provavelmente uma conclusão exata aquela onde os tentilhões vieram de um par original. É claro que aquele ancestral comum ainda era apenas um tentilhão. O que ele não sabia na época era as limitações que os organismos têm em seu potencial genético. Ele pensou que todos os organismos tinham poder ilimitado adaptativo e poderiam se transformar em uma classe completamente diferente de animal, dado tempo suficiente e o ambiente certo. O zoólogo Harold G. Coffin disse isto sobre Darwin, "Temos de admitir que Darwin viu variações diferentes de uma ilha para outra nas Galápagos. E ele viu evidências de que tornou-se necessário para ele se desfazer de uma crença de que os seres vivos não se alteram. Mas elas eram relativamente menores e ele não tinha nenhuma evidência convincente que o obrigava a acreditar na transformação ilimitada. Darwin cometeu um erro comum-- o de "ou um ou outro". Ou as espécies eram fixas ou a mudança ilimitada ocorria. Mas a verdade está entre os dois extremos."(Perloff, pg 47)

Charles Darwin pensou que a seleção natural fez com que estes tentilhões evoluíssem através de um processo de pequenas mudanças durante longos períodos de tempo, levando a novos e melhores animais. Ele fez a sua teoria e compilou seus pensamentos em seu livro, The Origin of Species. Embora este processo nunca tivesse produzido as mudanças postadas por Darwin, ainda é considerado pelos evolucionistas como um fato que não deve ser contestado. O que descobrimos é que através do processo de diversidade genética e mutações, seres vivos se adaptam ao seu ambiente, mas eles não evoluem para novos e melhores animais. Eles ficam dentro de suas espécies criadas, como se diz em Gênesis “. . . produza a terra alma vivente conforme a sua espécie. . .” Nenhum organismo evoluiu para uma espécie nova, embora, eles se adaptam e mudam ao seu ambiente. Por causa dos limites que Deus criou para que os organismos funcionassem dentro deles, é que nós não vemos um cão reproduzir em qualquer coisa a não ser um cão, ou um golfinho dar forma a nada mais que um golfinho. O DNA tem os seus limites e toda a criação permanece dentro dele.[2]

No caso dos tentilhões nas Ilhas Galápagos, não há evolução de uma espécie para outra que tenha tido lugar. Variações normais em genética e mudanças no ambiente são as causas dos diferentes tamanhos de bico entre os tentilhões. Tem sido observado em períodos de seca, que o tamanho dos bicos dos tentilhões mudaram. Conforme o fornecimento de sementes comestíveis diminuiu, apenas a sementes duras, difíceis de abrir foram deixadas, e apenas aves com bicos maiores, mais profundos poderiam comê-los. As gerações seguintes mostraram um aumento dramático no tamanho geral do bico na população porque só os tentilhões com bicos maiores iriam sobreviver à seca e ser capazes de acasalar. No entanto conforme as chuvas voltaram, foi observada a inversão do tamanho do bico. O tamanho dos bicos de tentilhões tendem a oscilar entre grandes e pequenos dependendo de mudanças climáticas, mas os tentilhões não revelaram quaisquer sinais de mudança em qualquer coisa que não seja um tentilhão. O evolucionista Richard Goldschmidt descreveu a diferença entre dois tipos de evolução: "macro" e "micro". Não há evidências que suportam a macroevolução, que é a conversão de um tipo de animal para outro, mas há uma coisa como a microevolução que ocorre na natureza. A microevolução é pequenas adaptações e variações dentro de uma espécie. Goldschmidt sabia disso porque ele criou mariposas por mais de vinte anos. Durante todo o milhão de gerações que ele produziu ele nunca obteve nada, além de mariposas. Ele havia dito a si mesmo, "É verdade que ninguém, até agora, produziu uma nova espécie ou gênero, etc., por macroevolução. É igualmente verdade que ninguém jamais produziu ainda uma espécie pela seleção de micromutações."(Perloff, pg 50)

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