Origem da vida

De CriaçãoWiki, a enciclopédia da ciência da criação.
(Redireccionado de Abiogênese)
Translation Latin Alphabet.png
Este artigo ou secção necessita tradução complementar pois foi expandido na CreationWiki em inglês. Ajude e colabore com a tradução.
Abiogenesis.png

A origem da vida é um ponto chave de distinção entre as escolas de pensamento Criacionista e Darwinista. Os criacionistas acreditam que Deus criou todas as formas de vida na terra (incluindo os humanos), dotando a matéria não viva com vida através de um ato deliberado, sobrenatural. Em contraste, os naturalistas tipicamente acreditam que a vida descende de uma protocélula auto-replicante única que por sua vez veio à existência através de reações químicas espontâneas. Esta teoria ateísta para a origem da vida é comumente conhecida como abiogênese (Grego a "sem", bios "vida", e gênese "início, origem").

Ambas as visões requerem um evento extraordinário ou milagroso. Até o momento, os cientistas não observaram a abiogênese acontecendo na natureza, nem foram capazes de criar uma forma de vida através de experimentos controlados. Na verdade, as condições de reação que se assemelham as condições iniciais da Terra têm até mesmo falhado em produzir os polímeros mais básicos que todos as formas de vida possuem (proteína, ADN, ARN, etc.). Compreende-se agora que a probabilidade de até mesmo uma única proteína se formar através de processos puramente naturais excede o que é aceitável com base na lei das probabilidades. Também é importante compreender que a origem de vida dependente de puro acaso, uma vez que a seleção natural não pode desempenhar nenhum papel até que uma célula auto-replicante tenha sido formada. Jonathan Sarfati afirma:

Além disso, quando se trata da origem da primeira vida, a seleção natural não pode ser invocada, porque a seleção natural é a reprodução diferencial. Isto é, se funcionasse de todo, ela só poderia funcionar em um organismo vivo que poderia produzir descendência. Pela sua própria definição, não poderia funcionar em produtos químicos não-vivos. Portanto, o puro acaso teria que produzir as seqüências precisas necessárias, e assim, essas simulações não se aplicam.[1]

As probabilidades da formação da vida através de processos puramente aleatórios é tão remota que os Darwinistas estão completamente perdidos quanto à uma explicação. Para evitar a questão, muitas vezes insistem que a origem da vida e a evolução biológica são questões separadas. Contudo, a teoria da evolução deve incluir (e inclui) uma teoria da origem da vida, tanto quanto a evolução estelar também postula um mecanismo para o nascimento de estrelas. Portanto, parece que o design inteligente é uma explicação mais razoável para a existência da vida do que o modelo evolutivo. No momento, cada modelo ainda requer e atualmente está fora dos domínios da ciência uma vez que nem foi observado nem foram comprovadas pela experimentação.

Críticas

Críticas da abiogênese naturalista caem em diversas categorias:

  • Argumentos de impossibilidade: pretendendo mostrar que a natureza da vida em si impede a abiogênese naturalista
  • Argumentos de improbabilidade: propõe mostrar que as coincidências necessárias para assegurar a abiogênese espontânea são tão improváveis quanto pouco razoáveis e não-científicas;
  • Argumentos de inexplicabilidade: pretendendo mostrar que não há atualmente nenhuma explicação ou demonstração da abiogênese naturalista, e que esta crença é uma questão de fé e de especulação, e não ciência.

Apesar das tentativas repetidas sob qualquer circunstância reprodutível, cientistas ateus não têm sido capazes de reproduzir um método razoável para a origem da vida sem um criador, nem têm uma compreensão clara da química envolvida. Muitos evolucionistas agora escolheram se manter agnósticos sobre a verdadeira origem da vida, e freqüentemente irão tentar se esquivar da questão, alegando que a abiogênese não faz parte da teoria da evolução.

Lee Strobel, em seu livro A Case for Faith, cita William Bradley:

O otimismo da década de 1950 já se foi. O clima na Conferência Internacional de 1999 sobre a Origem da Vida foi descrito como sombrio, cheio de pessimismo, frustração e desespero.

Em contraste, os criacionistas emitiram vários estudos probabilísticos indicando a dificuldade de qualquer tal fenômeno. Embora alguns afirmem que esses estudos não retratam fielmente a modelagem envolvida, está claro que nenhuma explicação credível para a abiogênese foi demonstrada por biólogos evolutivos.

O ganhador do Prêmio Nobel Dr. Francis H. Crick, em seu livro de 1981, Life Itself, insiste que a probabilidade do acaso da origem da vida simplesmente desafia cálculos. Crick, um ateu, teve isto para dizer:

O que é tão frustrante para nosso propósito atual é que parece quase impossível dar qualquer valor numérico para a probabilidade do que parece uma seqüência de eventos bastante improvável... Um homem honesto, armado com todo o conhecimento disponível para nós agora, poderia apenas afirmar que, em certo sentido, a origem da vida parece no momento ser quase um milagre.

Sobre este ponto, criacionistas se encontrariam em completa concordância.

Evolução química

Diagrama que mostra a configuração experimental de Urey-Miller. Ao passar faíscas elétricas através de misturas de hidrogênio, metano, amônia e vapor de água, cientistas produziram vários aminoácidos, os blocos de construção da vida orgânica.
Réplica do experimento de Urey-Miller.

Teorias sobre a evolução molecular geralmente assumem que as moléculas naturalmente se aglutinam em macromoléculas durante períodos em que tanto sua concentração quanto as condições atmosféricas favorecem tal contato. Em 1924, Alexander I. Oparin determinou quais produtos químicos deveriam estar na atmosfera da Terra para que os aminoácidos se formassem (metano, hidrogênio e amônia, por exemplo) e quais produtos químicos impediriam a formação de aminoácidos (por exemplo, o oxigênio).

Nos anos 1950, Stanley L. Miller realizou a primeira experiência tentando reproduzir estas condições. Metano, amônia, hidrogênio e água foram colocados num balão que estava sujeito a uma descarga elétrica. Depois de vários dias, o experimento produziu vários compostos orgânicos, incluindo aminoácidos. Outros pesquisadores repetiram essas experiências com diferentes fontes de energia, tais como UV, e outras atmosferas primitivas presumidas. Quando cianeto de hidrogênio foi utilizado, até mesmo bases nitrogenadas foram obtidas, as quais são um componente dos blocos de construção do ADN.

No entanto, em todas estas experiências que tentaram produzir blocos de construção da vida, o oxigênio molecular estava ausente. A Terra possui uma atmosfera rica em oxigênio, e até mesmo as rochas mais antigas (conforme a datação radiométrica) contém óxidos, o que é evidência de que elas foram formadas na presença de oxigênio. Na verdade, óxidos foram encontrados em rochas supostamente 300 milhões anos mais antigas que as primeira células vivas. O oxigênio é produzido por todos os organismos fotossintéticos, e é necessário para o metabolismo de todas as formas de vida, exceto uns poucos microorganismos. Uma atmosfera redutora rica em hidrogênio foi utilizada nestas experiências somente porque aminoácidos e bases nitrogenadas simplesmente não iriam se formar espontaneamente num ambiente oxidante.

Curiosamente, em sua experiência de passar uma faísca elétrica através de sua atmosfera simulada, Miller salvou os aminoácidos que ele produziu apenas porque ele os tirou da área da faísca. Se ele tivesse deixado lá, a faísca teria decomposto eles. Além disso, assumindo que os aminoácidos sobrevivessem a atmosfera ultravioleta destrutiva da terra primitiva e atingissem o oceano para formar uma teórica "sopa orgânica", reações químicas posteriores não teriam sido possíveis, uma vez que massas de água não são propícias para a química necessária.

Outro problema surge em relação aos aminoácidos que foram teoricamente gerados por acaso. Mesmo a sequência correta dos aminoácidos certos ainda não é suficiente para a formação de uma molécula de proteína funcional. Cada um dos 20 tipos diferentes de aminoácidos presentes na composição de proteínas tem de ser "levogiro". No entanto, embora alguns aminoácidos sejam "levógiros," outros são "dextrogiros". Devendo ser formados ao acaso em uma "sopa orgânica", é mais provável que eles ocorreriam em proporções aproximadamente iguais. A questão de como uma combinação específica de aminoácidos necessários "levogiros" poderiam se unir por acaso, enquanto excluindo os aminoácidos "dextrogiros", constitui um impasse para a abiogênese.

No entanto, muitos evolucionistas ainda acreditam que experiências como a de Miller têm mostrado que a vida poderia ter iniciado por interações afortunadas na Terra primitiva.

História

Geração espontânea

A geração espontânea foi a teoria original que propôs que a vida poderia originar-se da matéria inanimada. Segundo alguns autores, na história dois conceitos diferentes foram denominados "geração espontânea": a abiogênese, a ideia de que a vida surgiu a partir de matéria inorgânica e a heterogênese, a ideia de que a vida surge a partir de matéria orgânica morta.[2] Agora, é bem sabido que a geração espontânea da vida no nosso ecossistema presente é impossível. Louis Pasteur aboliu a teoria da geração espontânea em 1859 porque acreditava que a vida era muito complexa para ter se originado a partir de matéria inanimada instantaneamente. Ele simultaneamente estabeleceu a teoria da biogênese (a origem da vida a partir de vida preexistente). Em dez anos de experiências de Pasteur, Thomas Huxley tinha cunhado o termo abiogênese.

Eu devo chamar a... doutrina de que a matéria viva pode ser produzida pela matéria não viva, a hipótese da abiogênese. (Huxley, 1870)

Observações e experimentos têm provado conclusivamente que todas as formas de vida reconhecidas são produzidas por organismos ou formas de vida preexistentes, chamada a lei da biogênese. Apesar da ausência de fundamentação para a teoria, a abiogênese se tornou aceita por quase todos os cientistas praticantes. A hipótese da abiogênese permanece praticamente inalterada desde a sua criação nos anos 1920, e assume que a vida se originou em algum ponto no passado da Terra em condições não mais presentes. Esse princípio particular da evolução pode ser resumido com a frase "abiogênese num primeiro momento, biogênese desde então". Ela é ensinado hoje como uma certeza, embora os mecanismos exatos permaneçam teóricos. Discussões em livros de biologia evolutiva não medem esforços para demonstrar como a abiogênese poderia ter ocorrido sob cenários primordiais múltiplos.[3][4]

Lei da Biogênese

A lei da biogênese afirma que a vida só pode vir de vida. Este princípio foi demonstrado por Louis Pasteur. Note-se que este está em conflito direto com a hipótese da abiogênese, não só de que a vida pode ser formada a partir de materiais não vivos, mas que isto pode acontecer por acaso. Os argumentos geralmente dados por alguns evolucionistas caem sob dois tipos: 1.) A lei da biogênese não se aplica à Terra primitiva, 2.) A lei da biogênese não se aplica a formas de vida menos complexas, como aquelas que supostamente se formaram na sopa primordial.

1) A lei não se aplica à Terra primitiva A lei da biogênese é uma lei científica, pois atende os critérios de ser simples, verdadeira, universal e absoluta. A fim de atender a esses critérios, não houve qualquer exceção conhecida à lei da biogênese. Uma lei científica é definido como um princípio considerado como sendo universalmente aplicável.[5] A única exceção conhecida a uma lei em termos de tempo está no início ou no fim do universo, mas claramente os evolucionistas não estão argumentando que a vida se formou ao mesmo tempo que o universo se formou. Não há razão alguma para pensar que o tempo afetaria a lei da biogênese, assim como não há razão alguma para acreditar que a Lei do Movimento não se aplicava na Terra primitiva.

2) A lei não se aplica às formas de vida menos complexas Embora seja verdade que algumas leis tiveram de ser modificadas para dar conta de exceções conhecidas (isso é verdade para a correção de Einstein à Lei do Movimento de Newton a velocidades próximas da velocidade da luz), essas exceções devem ser demonstradas. Atualmente, a lei da biogênese afirma que a vida só pode vir de vida, ela não faz distinção entre organismos unicelulares e multicelulares. Embora os evolucionistas afirmem que a lei só foi testada em ratos e vermes, isso é totalmente falso. Houve muitos experimentos em que os cientistas tentaram criar vida a partir de material não vivo. Todos esses experimentos foram mal sucedidos na criação de vida. Cientificamente, então, seria assumido que a Lei da Biogênese é aplicável tanto a organismos unicelulares quanto a organismos multicelulares. Esta lei só deveria ser refutada se um cientista fosse capaz de criar vida a partir de material não-vivo.

Um argumento apresentado pelo Talk.Origins afirma que Louis e Redi refutaram apenas uma forma de criacionismo.[6] Isso é totalmente incorreto (ver: resposta da CreationWiki). Primeiro, é impossível negar o sobrenatural com a ciência, o estudo da natureza. Em segundo lugar, Louis e Redi demonstraram que não há nenhum tipo de explicação naturalista que levará à vida que não contradiz a lei da biogênese. Apenas uma explicação sobrenatural (um designer inteligente maior do que as leis do universo) seria capaz de explicar a formação da vida a partir de matéria não viva.

A lei da biogênese (vida só pode vir de vida) difere da Lei Biogenética (embriologia recapitula a ontologia). A lei biogenética estabelece que, durante as fases de nascimento, o embrião passa por todas as fases da evolução. Esta “Lei” foi apoiada por muitos evolucionistas. Verificou-se ser falsa e que Haeckel (o campeão desta Lei) havia adulterado e forjado trabalhos para apoiar esta lei. Esta é a única lei científica que foi provada inteiramente falsa. É interessante notar que a única lei que foi provada falsa foi usada para apoiar a evolução. Também parece irônico que os evolucionistas iriam ignorar tão prontamente uma verdadeira lei científica quando ela não atende aos seus propósitos, mas propõem uma lei científica falsa que atende.

Problemas

Ozônio

O ozônio constitui um grande problema para os modelos naturalistas da abiogênese. O ozônio (O3) se forma quando o oxigênio molecular (O2) é atingido por radiação cósmica. Assim, sem oxigênio na atmosfera, não pode haver nenhum ozônio. Sem o ozônio, a radiação ultravioleta iria destruir toda a vida exposta ao Sol. Toda a vida conhecida que produz oxigênio requer exposição ao sol. Sem vida capaz de sobreviver ao sol, nenhum oxigênio pode ser produzido. Sem oxigênio produzido, não pode haver nenhum ozônio, e, portanto, não pode haver nenhuma vida.

A fim de resolver este problema, os evolucionistas naturalistas devem fornecer um dos seguintes:

  • Uma maneira que o ozônio possa se formar sem oxigênio atmosférico;
  • Uma maneira que o oxigênio possa ser produzido sem vida que requer luz solar;
  • Uma maneira de como formas de vida que produzem oxigênio possam sobreviver sem ozônio.

Até agora, as duas primeiras foram um fracasso total. Não há nenhuma maneira conhecida do ozônio se formar sem oxigênio atmosférico, ou o oxigênio se formar sem vida que requer luz solar. Várias tentativas têm sido feitas para mostrar que a vida produtora de oxigênio pode sobreviver sem a proteção da camada de ozônio, mas nenhum delas teve sucesso.

Resumo

O resumo de problemas a seguir é do livro Refuting Evolution 2, de Jonathan Sarfati:

  • As quantidades destes produtos químicos são muito pequenas – baixas demais para contribuir para processos biológicos.
  • A grande variedade de compostos, em si mesma, conta como evidência contra a evolução química. Mesmo com compostos puros utilizados em experimentos, os resultados são escassos, então quão muito pior eles seriam com a gosma contaminada produzida no mundo real?
  • Açúcares são muito instáveis​​, e facilmente se decompõem ou reagem com outros produtos químicos. Isto conta contra qualquer mecanismo proposto para concentrá-los a proporções utilizáveis.
  • Os seres vivos necessitam de açúcares homoquirais, isto é, com a mesma quiralidade, mas os do espaço não teriam sido.
  • Mesmo sob condições altamente artificiais, não há nenhum método plausível de fazer o açúcar ribose se juntar a alguns dos blocos de construção essenciais necessários para fazer o ADN ou o ARN. Em vez disso, a tendência é de moléculas longas se quebrarem.
  • Mesmo o ADN ou ARN, por si próprios, não constituiriam vida, uma vez que não é suficiente apenas unir as bases (‘letras’), mas a sequência deve ser com significado – e esta sequência não é uma função da química das letras.
  • Mesmo a sequência de letras correta seria sem sentido sem elaboradas máquinas de decodificação para traduzi-la. A não ser que a maquinaria de decodificação já exista, essas instruções nunca poderiam ser lidas. Da mesma forma, este livro seria inútil para um não-falante do inglês, que pode conhecer o alfabeto romano, mas não tem conhecimento do código do idioma Inglês para converter letras em conceitos com significado.[1]

Panspermia

Se de fato uma forma de vida auto-replicante for, em alguma data futura, criada em laboratório, sua plausibilidade e manifestação real de um mecanismo para a origem da vida foi tornada possível através de projeto deliberado de mentes inteligentes. Ainda não haverá nenhum processo conhecido atuando na natureza para produzir vida a partir da não-vida, portanto, a abiogênese parece fora do domínio da ciência empírica. Além disso, a extrema complexidade de toda as formas de vida parece apontar na direção de uma Inteligência estabelecida fora da natureza. A Inteligência projetou a vida para ser governada por aqueles que são mecanismos naturais observados ou processos que permitem a diversidade. Talvez seja por isso que Francis Crick (um dos descobridores do ADN) e Leslie Orgel (um microbiologista) propuseram a teoria da panspermia direcionada: a crença de que a vida veio a Terra a partir do espaço exterior.

O dilema da origem da vida tem levado cientistas a teorizar que a vida possa ter começado em algum outro planeta (Ver: Panspermia). A teoria está experimentando um renascimento e grande parte da investigação em curso pela NASA é uma tentativa de descobrir sinais de vida em outros planetas, como Marte. Se encontrado, no entanto, isto não explicaria a origem da vida, mas apenas empurraria a questão para um local mais distante.

Videos

  • Dr. Edward Peltzer - Abiogenesis: The Faith and the Facts .

Referências

  1. 1,0 1,1 Sarfati, Jonathan. Refuting Evolution 2 Chapter 9 - Argument: Probability of evolution. Greenforest AR: Master Books, 2002. (p157)
  2. Thaxton, Charles B.; Bradley, Walter L.; Olsen, Roger L. The Mistery of Life's Origin: Reassessing Current Theories. New York: Philosophical Library, 1984. p. 11. ISBN 0-8022-2447-4
  3. Futuyma, Douglas J.. Evolution. Sunderland, Massachusetts: Sinauer Associates, Inc, 2005. p. 91-94. ISBN 978-0-87893-187-3
  4. Ridley, Mark. Evolution (em inglês). 3ª ed. Malden, MA: Blackwell Publishing, 2004. Capítulo: 18:The History of Life, p. 529-535. ISBN 1-4051-0345-0
  5. Scientific Law MSN Encarta
  6. Index to Creationist Claims: Claim CB000 por Mark Isaak, Talk.Origins. 2004.

Ver também

Ligações externas

Criacionistas

Seculares