História da ciência

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Na história da ciência antes de 1800, a maioria dos cientistas que a praticavam eram teístas, hoje eles são na sua maioria são ateus. Na verdade, a maioria dos fundadores das várias disciplinas das ciências acreditaram em Deus, e sentiam como se suas investigações visassem entender Sua obra. Entre estes cientistas criacionistas históricos estão Isaac Newton, Johannes Kepler, e Galileo Galilei.

Nos últimos dois séculos, os ataques contra a fé cristã têm crescido a um ritmo alarmante. Os críticos têm tentado usar todos os campos possíveis de estudo e investigação para atacar a Bíblia. Nas mentes de alguns, "ciência" acabou por ser a sua melhor arma. Isto é ainda mais surpreendente quando se considera esta referida história da ciência.

Neste contexto, o naturalismo como filosofia também deve ser levado em consideração, como o que serve de base à ciência moderna pela teoria da evolução. É importante notar que a causa sobrenatural e a importância para a origem e a existência do Universo e a vida ainda são anteriores à filosofia naturalista.

A escola jônica de Filosofia

Pode ser visto dentro desta escola de filosofia que Thales, Anaximandro e Anaxímenes na verdade, começaram a história da filosofia na Grécia. Aristóteles toma conhecimento e os apelida de "fisiologistas", ou seja "estudantes da natureza." Sua conclusão final ou filosofia era de que a vida se originou a partir de uma substância primitiva e que toda a matéria formada veio dela. [1]

Jônicos tardios

Este grupo de filósofos veio mais tarde, no século V aC. Ele inclui Heráclito Empédocles e Anaxágoras, que como os jônicos anteriormente ficaram profundamente comovidos por questões da existência e origem da natureza e do Universo. Eles essencialmente viram uma diferença entre a substância primitiva e a matéria que foi formada a partir dela.

No geral, eles tendiam a pensar e buscar explicações de fenômenos em termos de matéria e forças físicas, em vez de apenas os resultados das ações dos deuses. [2]

O ambiente científico moderno

Ateísmo

A comunidade científica, acima de qualquer outro subgrupo da população, tornou-se predominantemente ateísta. De acordo com um relatório de 1998 na revista Nature, um estudo recente conclui que, "entre os principais cientistas naturais, a descrença é maior do que nunca, quase total". Curiosamente, os biólogos na National Academy of Sciences foram considerados possuir a menor taxa de crença de todas as disciplinas das ciências, com apenas 5,5% crendo em Deus.[3] Este declínio da crença em biólogos indica fortemente a natureza da causa, bem como a capacidade do ensino da biologia evolutiva para afastar as pessoas de uma crença em Deus.

Cientistas históricos

A maioria dos fundadores das várias disciplinas científicas acreditava em Deus e sentiam como se suas investigações tivessem como objetivo compreender a Sua obra. A seguir está uma lista biográfica destes cientistas históricos.


Ligações externas

Ver também