National Academy of Sciences

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National Academy of Sciences (2012)

A National Academy of Sciences (NAS) (em português, Academia Nacional de Ciências) é uma organização sem fins lucrativos, promulgada e sancionada pelo governo federal dos Estados Unidos. O propósito da agência é se "investigar, examinar, experimentar, e reportar sobre qualquer assunto da ciência ou da arte" sempre que chamados a fazê-lo por qualquer departamento do governo.

O acordo foi assinado à existência pelo presidente Abraham Lincoln em 3 de março de 1863, e, eventualmente, ampliado para incluir o National Research Council (Conselho Nacional de Pesquisa) em 1916, a National Academy of Engineering (Academia Nacional de Engenharia) em 1964, e o Institute of Medicine (Instituto de Medicina) em 1970. Coletivamente, as quatro entidades são conhecidas como National Academies (Academias Nacionais).

A Academia Nacional de Ciências é atualmente composta de aproximadamente 2.000 membros e governada por um Conselho de 12 membros e cinco oficiais. Desde a sua criação, todos os membros do NAS foram eleitos pelos membros da Academia.

Anticriacionismo

De acordo com um relatório de 1998 na revista Nature, Um estudo recente descobriu que 93% dos membros do NAS são ou ateus ou agnósticos. Os biólogos da Academia Nacional de Ciências foram observados possuir a menor taxa de crença de todas as disciplinas de ciências, com somente 5.5% acreditando em Deus.[1]

Tyson: Eu quero colocar na mesa, não porque 85% dos membros da Academia Nacional de Ciências rejeitam a Deus, eu quero saber por que 15% da Academia Nacional não. Isso é realmente o que temos de tratar aqui. Caso contrário, o público é secundário para isto. Conferência Beyond Belief 2006.[2][3]

A NAS fornece "aconselhamento sobre as questões científicas e tecnológicas que freqüentemente permeiam as decisões políticas".[4] Este conselho inclui como a ciência deve ser ensinada e é contrário ao ensino do criacionismo nas escolas públicas.

Quando a National Academy of Sciences nomeia uma comissão para aconselhar o público sobre a evolução, ela consiste de pessoas escolhidas em parte por sua visão científica, o que quer dizer a sua aceitação a priori do materialismo.[1]

Seu livro, publicado em 1999 e atualizado em 2008 intitulado: Science, Evolution, and Creationism, afirma de forma inequívoca que o criacionismo não tem lugar em qualquer currículo de ciências, em qualquer nível.[5]

Publicações

Science and Creationism (NAS).jpg

Referências

  1. The Unraveling of Scientific Materialism by Phillip E. Johnson. First Things 77 (Novembro de 1997): 22-25