Evolução convergente

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Evolução convergente é o aparecimento independente da mesma característica em diferentes linhagens. Os evolucionistas afirmam que tais características são devido a sequências de DNA homólogas não aparentadas que surgiram de forma independente em organismos por mutações aleatórias e pressões seletivas semelhantes. Futuyma define evolução convergente como "a origem independente de um caractere derivado exprimido em dois ou mais táxons."[1] Em contraste, os criacionistas e os teóricos do design inteligente atribuem tal homologia ao uso repetido do criador das mesmas características de design em diferentes organismos.[2][3]

Um diagrama dos modelos criacionista e evolucionista de evolução convergente.

Problemas com o evolucionismo

Os defensores da teoria da evolução têm grande dificuldade em explicar como certas características altamente desenvolvidas e complexas podem reaparecer entre espécies diferentes, mesmo que não haja nenhuma explicação de como essas características iriam ocorrer aleatoriamente mais do que algumas vezes ao longo da história natural. O fenômeno da ocorrência repetida de características de design semelhantes é uma prova que existe um Criador inteligente. Para explicar isso, os evolucionistas afirmam que a "evolução convergente" permite que diferentes espécies preencham o mesmo nicho em diferentes ecossistemas simplesmente por acaso. A teoria da evolução convergente é muito complicada, no entanto, pelo fato de que muitos traços "convergentes" são desenvolvidos a partir de diferentes partes do embrião e, portanto, não são susceptíveis de ter um ancestral comum partilhado. [4]

A evolução convergente também começa a ruir quando examinada em um contexto específico. Um problema comum é a bioluminescência, a característica de design de ser capaz de gerar luz biologicamente. A bioluminescência requer centenas de mutações genéticas improváveis, contudo surgiu mais de trinta vezes diferentes ao longo da história natural. A chance de isso acontecer devido à evolução de qualquer tipo, muito menos por mutação aleatória, é largamente considerado muito improvável. [5]

Criacionismo científico

Por outro lado, a chamada convergência se encaixa bem na visão de mundo criacionista porque um designer inteligente não precisaria de "sorte" a fim de desenvolver um traço repetidamente. Na verdade, seria favorável para tal designer reutilizar traços de design que funcionaram[6], como a bioluminescência, durante o evento científico inicial conhecido como semana da criação. Esses traços que parecem ter ocorrido devido à evolução biológica foram mostrados em estudos mais recentes[7] como sendo o resultado de recombinação genética, um processo guiado e não naturalístico.

Segundo os biólogos estabelecidos e cientistas criacionistas Paul Nelson e Jonathan Wells, a simples redistribuição dos traços é muito mais lógica que o reaparecimento coincidente:

Uma causa inteligente pode reutilizar ou reimplantar o mesmo módulo em diferentes sistemas, sem que, necessariamente, haja qualquer conexão material ou física entre esses sistemas. Até mais simplesmente, causas inteligentes podem gerar padrões idênticos de forma independente. [8]

Referências

  1. Futuyma, Douglas J.. Evolution. Sunderland, Massachusetts: Sinauer Associates, Inc, 2005. p. 25. ISBN 978-0-87893-187-3
  2. Convergent Genetic Evolution: "Surprising" Under Unguided Evolution, Expected Under Intelligent Design Postado por Casey Luskin em 1 de setembro de 2010
  3. Implications of Genetic Convergent Evolution for Common Descent Postado por Casey Luskin em 3 de setembro de 2010
  4. Life Sciences: Evidence against Convergent evolution
  5. Sherwin, Frank Living Light Institute for Creation Research. Acessado em 24 de abril de 2015.
  6. [1] 9/1/2010
  7. [2]
  8. Nelson, P., Wells, J. "Homology in Biology," in Darwinism, Design, and Public Education, pg. 316

Ligações externas