Geologia

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Geologia é o estudo da origem, história e estrutura da Terra. Isso geralmente é entendido como a formação do registro fóssil ou da coluna geológica e outras características importantes, como montanhas, rios, lagos e a erosão que os corpos de água causam, como também características naturais similares da terra. A palavra vem da palavra grega geo, que significa terra, e logia, que significa "estudo da".

Do ponto de vista criacionista, a geologia fornece evidências claras do dilúvio global descrito no livro bíblico de Gênesis. Afirma-se que a interpretação das formações geológicas com base no dilúvio apoia fortemente uma Terra jovem e vai contra as longas eras que a teoria da evolução exige.

História e Desenvolvimento

Um dos mais proeminentes pensadores geológicos foi Niels Steensen (1638-1686), que era responsável pelo desenvolvimento e observação da sobreposição. O termo sobreposição descreve o processo de deposição de rocha sedimentar de uma forma principalmente horizontal, sucessiva. Em seu livro, intitulado Forerunner (1669), Steensen sugeriu uma idade de cerca de 6.000 anos para a Terra e que os fósseis nos estratos de rocha estabelecidos através da sobreposição foram depositados pelo dilúvio de Noé. O século após a morte de Seensen viu vários autores proeminentes permanecerem firmes nos princípios colocados no livro de Steensen. O geólogo inglês John Woodward (1665-1722) e o geólogo alemão Johann Lehmann (1719-1767), para citar alguns, escreveram livros reforçando essa visão em última análise.[1]

A ideia de uma terra antiga se baseia no princípio do uniformitarismo, que é a doutrina de que os processos geológicos agiram da mesma maneira regular e com mesma intensidade ao longo do tempo geológico. Esse conceito foi iniciado em 1795 por James Hutton e desenvolvido posteriormente por Charles Lyell, que é considerado o pai da geologia moderna. Charles Darwin levou o livro de Lyell, "Princípios de Geologia", durante sua histórica viagem a bordo do Beagle. O livro de Lyell inspirou Darwin a formar sua teoria da mudança biológica lenta conhecida como gradualismo.

Geologia do dilúvio

A geologia do dilúvio é o campo da geologia que lida com os efeitos das inundações catastróficas, e como tais acontecimentos moldaram formações geológicas. A geologia criacionista é baseada na suposição de que o dilúvio bíblico descrito no livro do Gênesis foi um evento real e histórico de magnitude global, e é também, portanto, conhecida como geologia do dilúvio. Os geólogos criacionistas buscam principalmente mostrar que as características geológicas da Terra são melhor interpretadas no escopo desse cataclismo bíblico, incluindo os estratos sedimentares, a fossilização, os combustíveis fósseis, os cânions submarinos, as placas tectônicas, os domos de sal e os mamutes congelados.

A geologia do dilúvio é um ciência histórica que tem como premissa o catastrofismo e a rejeição do uniformitarismo. Os geólogos criacionistas desenvolveram modelos baseados na historicidade do dilúvio global, os quais são testáveis ​​e falseáveis. Curiosamente, a diferença entre os modelos do dilúvio e as interpretações de geólogos naturalistas é em grande parte apenas de intensidade. Todos os geólogos hoje aceitam a visão que permite grandes catástrofes intercaladas entre grandes períodos de quase estase. Em contraste, o modelo criacionista coloca uma série de eventos cataclísmicos estreitamente relacionados em um curto período de tempo. Geólogos do dilúvio explicam os estratos com referência a catástrofes, como a erupção do Monte Santa Helena, que esculpiu enormes desfiladeiros e depositou grandes quantidades de camadas de rocha no espaço de um único dia.

Princípios

Há dois componentes principais da ciência geológica, que são a geologia física e a geologia histórica. A geologia física é o estudo dos materiais que formam as várias formações rochosas e estruturas da terra e os processos ou mecanismos que os moldam. A geologia histórica é o estudo da história da Terra com o estudo das rochas sedimentares, sua relação no tempo geológico e o estudo de fósseis e locais dentro das rochas.[2]

A estratigrafia é o estudo dos estratos de rochas, especialmente a distribuição, deposição, e idade das rochas sedimentares. William Smith avançou a estratigrafia por volta de 1815, quando ele mapeou os estratos da Inglaterra e desenhou um mapa geológico que está quase inalterado hoje.[3] Os princípios seguintes da estratigrafia são tidos como a base para grande parte da geologia histórica e física.

Sobreposição

O princípio da sobreposição, agora conhecido como a lei científica da sobreposição, é um axioma que constitui uma das bases das ciências da geologia, arqueologia e outros campos que lidam com estratigrafia. Ele foi primeiramente desenvolvido no século XVII pelo cientista dinamarquês Niels Steensen.

Continuidade

Estratos são formados a partir de sedimentos em um fluido. Portanto, quando qualquer estrato se forma ele deve ser limitado em seus lados por um outro corpo sólido, se não, os sedimentos continuarão pela terra.

Horizontalidade original

Quando um estrato é formado, a superfície inferior e as superfícies dos seus lados correspondem com as superfícies dos corpos adjacentes. A superfície superior será paralela ao horizonte, tanto quanto possível. Com exceção do estrato mais inferior, todas as camadas estarão contidas em dois planos paralelos ao horizonte e estarão a um só tempo paralelas ao horizonte.

Geólogos

Geólogos (também conhecidos como geocientistas) estudam a composição, estrutura e outros aspectos físicos da Terra, e o passado e o presente geológico da Terra, usando-se instrumentos sofisticados para analisar a composição da terra, rochas e água. Muitos geólogos ajudam na busca de recursos naturais, como água subterrânea, minerais, metais e petróleo. Outros trabalham em estreita colaboração com cientistas ambientais e outros cientistas para preservar e limpar o ambiente.[4]

Geólogos criacionistas interpretam os fósseis da Terra e rochas com base no pressuposto de que o dilúvio bíblico descrito no livro de Gênesis foi um evento real e histórico, e buscam mostrar principalmente que as características geológicas da Terra são melhor interpretadas dentro desta visão de mundo. A seguir estão geólogos que defendem essa visão, que é comumente chamado de geologia do dilúvio.

Locais de interesse para a geologia

Sítio País Estado / Província / Região
Ayers Rock Austrália
Arches National Park Estados Unidos Utah
Mar Negro
Bryce Canyon Estados Unidos Utah
Cavernas Carlsbad Estados Unidos Novo Mexico
Channeled Scablands Estados Unidos Washington
Dinosaur National Monument Estados Unidos Colorado
Utah
Dinosaur State Park Estados Unidos Connecticut
Grand Canyon Estados Unidos Arizona
Green River Formation Estados Unidos Meio oeste
Joggins Nova Escócia
Monte Santa Helena Estados Unidos Washington
Morrison Formation Estados Unidos
Canadá
Oeste
Petrified Forest National Park Estados Unidos Arizona
White Sands National Monument Estados Unidos Novo Mexico
Yellowstone National Park Estados Unidos Wyoming
Zion National Park Estados Unidos Utah
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Notícias

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Referências

  1. Mortenson, Terry. "Where did the idea of millions of years come from?" June 21, 2007. Accessed August 20, 2008.
  2. Geology por Wikipedia
  3. Stratigraphy by Wikipedia
  4. Geoscientists and Hydrologists U.S. Bureau of Labor and Statistica, Occupational Outlook Handbook, 2010-11 Edition. Acessado em 25 de Novembro de 2010.
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