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Artigos destacados

Forma de transição

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Uma forma de transição é um organismo vivo ou fossilizado que acredita-se ser um elo evolutivo entre dois grupos distintos (também referidos como intermediários ou elos perdidos). Isso é sugerido quando os organismos mostram características intermediárias entre uma forma ancestral e seus descendentes. Por exemplo, os evolucionistas consideram o Tiktaalik um intermediário entre peixes e anfíbios porque ele tem barbatanas carnosas, e portanto acreditam que as barbatanas possibilitaram que ele evoluísse das águas rasas para a vida na terra.

Quando examinamos populações vivas, há uma clara distinção entre vários animais e plantas, o que tem nos permitido classificá-los em grupos taxonômicos. Sendo que a evolução através de mutações randômicas tem que ocorrer em uma taxa extremamente lenta e gradual, deveríamos encontrar uma série contínua de fósseis intermediários que ilustrassem a transição de um tipo de organismo para outro, se essa teoria fosse válida. A ausência total dessas formas de transição é a evidência empírica mais reiterada contra a evolução. Nessa arena, citações de evolucionistas honestos são numerosas, denunciando o estado do registro fóssil.

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Entropia genética

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Entropia Genética é a teoria de que mutações genéticas estão se acumulando até a uma eventual extinção de todas as espécies. A teoria foi originalmente proposta por Josef Muller em 1932 e denominada de Catraca de Muller. Ele a imaginou como um meio através do qual a seleção forçou as populações assexuadas a evoluírem para a reprodução sexuada. O geneticista John C. Sanford expandiu ainda mais a teoria em uma estrutura mais realista da cosmovisão bíblica, e publicou o trabalho em um livro intitulado Genetic Entropy & the Mystery of the Genome.

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Criacionismo da Terra jovem

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A perspectiva do criacionismo da Terra jovem é o resultado de uma leitura clara, ou histórico-gramatical da descrição da terra jovem na Bíblia, ou no Alcorão islâmico, onde ambos contêm relatos quase paralelos de uma criação em seis dias, Adão e Eva no jardim do Éden, e o dilúvio de Noé. Por propósitos que são claros, a interpretação cristã será construída e descrita.

Aspectos integrantes da posição criacionista da Terra Jovem incluem a criação em seis dias (englobando tudo, desde o início do universo ao surgimento do homem), e o dilúvio global do tempo de Noé (como os sedimentos contendo fósseis estabelecidos pelo dilúvio explicam a maior parte da coluna geológica). Cientistas criacionistas da Terra jovem também acreditam que a primeira lei da termodinâmica e a segunda lei da termodinâmica argumentam contra um universo eterno e também afirmam que essas leis apontam para o universo tendo sido criado sobrenaturalmente.

Os argumentos dos proponentes de uma Terra jovem caem nas seguintes categorias.

  • Bíblicos: O relato bíblico é escrito como história real, e, portanto, deve ser entendido como tal.
  • Teológicos: As doutrinas bíblicas dependem dos relatos da criação e do dilúvio como histórias reais.
  • Científicos: A evidência científica se encaixa melhor com uma Terra jovem do que com uma Terra antiga.

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Informação

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Informação é um termo provavelmente derivado do radical Latim: information- que por sua vez é derivado a partir do verbo Latim: informare, que significa "dar forma à mente", "disciplinar", "instruir", "ensinar". A informação é geralmente entendida como conhecimento ou fatos que se tenha adquirido, mas em algumas áreas da ciência, a informação pode ter definições um pouco diferentes, embora nós não tenhamos uma definição precisa para informação, do que é ou o que não é informação. O que temos é um conceito bastante vago e intuitivo.

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Argumentos que os criacionistas não deveriam usar

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Este artigo lista uma série de argumentos que os criacionistas não deveriam usar, mas que são muitas vezes usados até mesmo por ministérios criacionistas, mas esses são argumentos que são essencialmente vistos como problemáticos por várias razões. A lista é derivada de um artigo [1] publicado pelo Creation Ministries International e pelo Answers in Genesis intitulado Arguments we think creationists should NOT use (Argumentos que pensamos que os criacionistas NÃO devem usar). Um DVD de Jonathan Sarfati é também uma fonte usada para este artigo, o qual é intitulado de forma semelhante, Arguments Creationists Should NOT Use.

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