Homo erectus

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Modelo do Homo erectus no Museu de Arqueologia da Vestefália (Westfälisches Museum für Archäologie). Herne, Alemanha.

Homo erectus é o nome atribuído a espécies fósseis humanos que os evolucionistas afirmam ser formas de transição entre os australopithecus (macacos) e ambos os neandertais e humanos modernos. Até à data, mais de 280 fósseis indivíduais foram encontrados que são identificados com este grupo.[1] O nome da espécie significa "homem ereto ou homem de pé" e o nome foi pela primeira vez por Ernst Mayr para unificar a classificação dos fósseis asiáticos.

Criacionistas em geral concordam que todos os supostos fósseis de homens-macacos são, de fato, ou macacos ou totalmente humanos. Nomes de espécies dentro do gênero taxonômico homo são vistos como classes fabricadas inventadas para apoiar a teoria evolucionista, e devem ser considerados como meros instrumentos de propaganda. A maioria dos fósseis de Homo erectus representam as populações de seres humanos que viveram após o dilúvio universal e a Torre de Babel, e devem ser considerados Homo sapiens de verdade.[2]

Índice

Características

ErectusPics.jpg

Embora uma definição formal do Homo erectus ainda não tenha se estabelecido, as seguintes características são geralmente aceitas.[3]

  • Crânio baixo, largo e alongado
  • Capacidade craniana 750-1250 cc
  • Crista sagital mediana
  • Arcadas superciliares
  • Constrição pós-orbital
  • Contorno frontal recolhido
  • Toro ou coque occipital
  • Área da nuca estendida para fixação muscular
  • Parede craniana geralmente espessa na totalidade
  • Caixa craniana mais estreita do que o arco zigomático
  • Arquitetura facial pesada
  • Prognatismo alveolar (maxila)
  • Mandíbula grande, ramo largo
  • Sem queixo (mento)
  • Dentes geralmente grandes
  • postcrâneo[nota 1] pesado e grosso

Problemas

Há vários problemas com a atribuição do Homo erectus como sendo uma forma de transição evolutiva para o Homo sapiens e os neandertais. Estes incluem a ausência de distinção morfológica quando comparado com a gama de características em seres humanos modernos, e sobreposição de faixas de períodos de tempo do H. erectus com os humanos anatomicamente modernos.

Semelhanças morfológicas

Uma das principais características que definem o Homo erectus tem sido um crânio com uma parede espessa, mas até recentemente poucos dados estavam presentes para apoiar se havia realmente uma diferença entre crânios modernos e o H. erectus. Em 1994, uma comparação substancial foi conduzida para determinar se a espessura do crânio era um critério verdadeiro para se identificar os fósseis de H. erectus.[4] Os crânios de quatro populações modernas de Homo sapiens foram estudadas; chineses do sul, romano-britânicos, aborígenes australianos, e os famosos restos australianos de Kow Swamp - aborígines que foram datadas de 10.000 a 30.000 anos atrás. Esses crânios modernos foram contrastados com amostras do Homo erectus asiático e o chamado Homo sapiens chinês arcaico, medindo-se sete pontos anatômicos sobre os crânios. Embora a espessura da caixa crâniana seja significativamente diferente entre os modernos europeus e os chineses quando comparado com o Homo erectus, o Homo sapiens arcaico não difere do Homo erectus em qualquer um dos sete pontos anatômicos. Mais surpreendentes foram os contrastes entre o H. erectus e os australianos nativos tanto antigos quanto modernos. Os restos de Kow Swamp diferiram em apenas um dos sete pontos anatômicos do crânio, e Aborígenes australianos atualmente vivendo diferente do Homo erectus em apenas quatro dos sete pontos anatômicos sobre o crânio.[5] Brown resume as implicações dos achados:

Agora que dados comparáveis estão ​​disponíveis parece claro que se o H. sapiens inclui todas as pessoas vivas hoje no mundo, seus antepassados ​​no Pleistoceno Superior e os "arcaicos" H. sapiens como Dali e, em seguida, Xujiayao então um abaulamento espesso não pode ser usado para distinguir o H. erectus do H. sapiens.[4]
Se pensava anteriormente que o Homo erectus produzisse bebês com a capacidade do cérebro relativamente pequena. No entanto, a descoberta da pelve fotografada mostrou que eles eram realmente capazes de dar à luz a bebês com uma circunferência craniana muito perto da extremidade inferior da gama de nossa própria espécie.[6]

Quando a capacidade craniana do Homo erectus é comparada com o Homo sapiens as distinções morfológicas se obscurecem ainda mais. O Homo erectus tem uma capacidade craniana de 780 cc a cerca de 1225 cc, enquanto os humanos modernos têm uma capacidade que vai em uma gama que inicia em 700 cc percorrendo até 2200 cc. Claramente o H. erectus cai dentro da faixa natural dos humanos modernos, não só na espessura abóbada, mas a capacidade craniana também.[7] A próximidade da comparação foi estendida para recém-nascidos por uma descoberta em 2008 de uma pélvis de Homo erectus, que mostrou que seus infantes poderiam ter tido uma cabeça muito maior do que se pensava. De acordo com Sileshi Semaw, um paleontólogo no Stone Age Institute e na Indiana University-Bloomington, os infantes de H. erectus poderiam ter tido um tamanho de cabeça de 318 milímetros de circunferência, que está bem na extremidade inferior do espectro de seres humanos modernos cujas circunferências cranianas no nascimento variam tipicamente na faixa de 320-370 milímetros.[6] Também se demonstrou que os Neandertais caem dentro da gama de seres humanos modernos, com uma capacidade craniana variando de 1200 cc de 1650 cc. Na verdade, a morfologia do crânio do Homo erectus é virtualmente idêntica ao do Neanderthal - diferindo apenas pelo tamanho.[7]

Marvin Lubenow comenta:

Minha própria conclusão é que o Homo erectus e o Neandertal são na realidade os mesmos: Homo erectus é a extremidade inferior, no que diz respeito ao tamanho, de um continuum que inclui o Homo erectus, o primitivo Homo sapiens, e o Neandertal. A gama de capacidades cranianas para os seres humanos fósseis está alinhada com a gama de capacidades cranianas para os seres humanos modernos.[8]

Essa tremenda semelhança entre os vários fósseis humanos antigos provoca uma dificuldade considerável para os evolucionistas que tentam colocar as descobertas em diversas categorias. O precoce Homo sapiens africano têm sido referido como "Neandertais Africanos", e os fósseis de Homo erectus asiáticos tem sido chamados "Neandertais Asiáticos". Na verdade, alguns estudiosos tratam os neandertais como uma população de Homo erectus tardios, descrevendo seus crânios como uma "versão ampliada e desenvolvida do crânio do Homo erectus".[7] Jerome Cybulski do (National Museum of Man, Ottawa) fala das dificuldades na caracterização dos H. erectus por razões morfológicas:

Na verdade, pode-se perguntar se o acordo algum dia será alcançado sobre que fósseis pertencem ou representam o táxon, e em que bases morfológicas e filogenéticas os hominídeos fósseis são ou não são considerados como Homo erectus.[7]

Quadro temporal impróprio

Gráfico composto de fósseis humanos. Ilustra as datas comparáveis ​​atribuídas ao Homo erectus, o anatomicamente moderno Homo sapiens, Neandertais, e um Homo sapiens Africano/asiático primitivo. Também mostrados estão um australopiteco e um Homo habilis.[9]

Crânios com características de Homo erectus são encontraoas ao redor do globo em locais como Europa, Ásia, Austrália, Indonésia e África. Além disso, os pesquisadores demonstraram que os traços de Homo erectus e Homo sapiens ocorrer simultaneamente na camada estratigráfica em muitas localizações. Crânios com abóbadas grossas e com abóbadas finas gráceis são encontrados frequentemente co-ocorrendo na mesma camada o que mostra que eles viveram no mesmo tempo e lugar.[5]

Na década de 1980 os paleontólogos viam o Homo erectus como tendo vivido entre 400.000 e 1,5 milhões de anos atrás (Maa), mas desde então pelo menos 140 fósseis foram encontrados, que são mais jovens do que esta faixa etária e 32 fósseis que datam ser mais velhos. Garniss H. Curtis da University of California, Berkeley datou os fósseis mais antigos de Java (onde o Homem de Java foi encontrado) em 1.81 Maa, e o homem de Java Solo dos leitos do Ngandong como tendo somente 27,000 anos de idade. [10] Há pelo menos 78 fósseis de Homo erectus que já foram datados, mais recentemente do que 30.000 anos de idade, sendo que o mais novo já descoberto foi datado apenas com 6.000 anos de idade. [11]

O período de tempo extenso dos fósseis de Homo erectus sobrepõe-se dos outros hominídeos tão extensivamente que ele deve anular qualquer tentativa de reivindicar uma seqüência evolutiva. Por exemplo, o Homo erectus é quase universalmente considerado como tendo evoluído a partir do Homo habilis apesar do fato de que os seus fósseis aparecem em aproximadamente o mesmo tempo (o mais antigo fóssil de H. erectus é datado de 1.95 maa e o mais antigo fóssil do H. habilis é datado em pouco mais de 2.0 maa). Além disso, elas continuaram a coexistir por todo o intervalo de 500000 anos quando se diz ter vivido o Homo habilis.[11] Tais inconsistências entre a teoria da evolução e as evidências fósseis são muitas vezes escondidas. Marvin Lubenow adverte em seu livro, Bones of Contention, sobre a maneira que os evolucionistas apresentam a relação entre o Homo habilis e o Homo erectus.

Termos como Homo erectus e Homo habilis são termos convenientes para usar em referência a grupos de material fóssil. Mas é óbvio que quando os evolucionistas dão datas para o Homo erectus que não se encaixam no material fóssil, ou quando dizem que o Homo habilis evoluiu para o Homo erectus, contrariamente ao que o material fóssil mostra, eles estão usando esses termos de forma manipuladora sem levar em conta o material fóssil nestas categorias. Não é incomum em gráficos evolutivos se mostrar o Homo habilis um tanto abaixo do Homo erectus, implicando que o Homo habilis é anterior no tempo.[12]

Além disso, H. erectus é apresentado como tendo vivido ao lado do que é conhecido como “Homo sapiens precoce” durante a sua inteira existência de 700.000 anos, e ao lado dos neandertais durante os 800 mil anos de sua história. E, por último, indivíduos Homo erectus viveram lado a lado com os humanos anatomicamente modernos por 2 milhões de anos (segundo a cronologia evolutiva).[13]

Para que o Homo erectus possa fornecer suporte como uma forma de transição entre os australopitecíneos e os humanos modernos, as datas atribuídas aos fósseis erectus deveriam ocorrer entre esses outros grupos com um mínimo de sobreposição. O período de tempo extenso durante o qual o H. erectus foi achado existir efetivamente elimina a possibilidade de que eles evoluíram para o Homo sapiens. Essas descobertas ilustram problemas significativos com o modelo evolucionista. Não só as datas mostram que o H. erectus viveu simultaneamente com os seres humanos anatomicamente modernos, mas permaneceu praticamente inalterado por quase dois milhões de anos.

Explicações não evolucionárias

Um certo número de explicações não evolucionárias têm sido formuladas para explicar as variações observadas em alguns dos antigos humanos. Estas incluem a deriva genética nas pequenas populações que se seguiram a divisão de línguas da Torre de Babel, adaptações à dieta e/ou climáticas, e alterações na taxa de maturação do esqueleto. Alguns podem até ser meras conseqüências das duras condições de vida no período imediatamente pós-Dilúvio, que diferem muito das de hoje.[5]

Beasley propôs que os longos períodos de vida que persistiram após o dilúvio global são provavelmente responsáveis​​. Esta longevidade resultou em um período prolongado de maturação esquelética dos primeiros seres humanos pós-diluvianas e facilitou o crescimento da espessura das caixas crânianas. Com os períodos de vida reduzidos gerações após o dilúvio, caixas cranianas espessas se tornaram menos comuns.[14]

Exemplos

Homem de Java

O homem de Java foi o nome comum para a primeira evidência fóssil a ser descoberta do que hoje é chamado o Homo erectus. Ele foi encontrado em 1891 por Eugene Dubois, que era um ex-aluno de Ernst Haeckel. Dubois batizou o achado Pithecanthropus erectus (homem-macaco ereto).[15] O Homem de Java é sem dúvida o mais conhecido fóssil humano, e foi a primeira evidência que convenceu muitas pessoas de que os seres humanos evoluíram a partir de ancestrais semelhantes a macacos.[16] Desde a sua descoberta, tem havido muita controvérsia sobre a identificação e a data dos estratos onde os fósseis foram encontrados, e se os fósseis pertenciam à mesma espécie.

Crânio do Homem de Pequim (réplica) apresentado no Museu Paleozoológico da China.

Homem de Pequim

O Homem de Pequim é o nome comum para um dos fósseis originais do Homo erectus que foram descobertos. Ele foi desenterrado entre 1923-27 perto de Pequim China do qual ele recebe o seu nome. Foi originalmente anunciado ser uma nova espécie de hominídeos com base na descoberta de um único dente e nomeado Sinanthropus pekinensis. Mais tarde, descobertas de tampas de crânio e vários ossos da mandíbula revelaram que homem de Pequim era muito semelhante aos humanos e foi reclassificado como Homo erectus pekinensis.[17]

As escavações, sob a supervisão de arqueólogos chineses Yang Zhongjian, Pei Wenzhong, e Jia Lanpo descobriram 200 fósseis humanos (incluindo 6 tampas de crânio quase completas) de mais de 40 amostras individuais. A escavação chegou ao fim em 1937 com a invasão japonesa, mas foi retomada após a guerra, e partes de outro crânio foram encontrados em 1966. O sítio de descoberta do Homem de Pequim em Zhoukoudian foi classificado pela UNESCO como Património Mundial em 1987. Novas escavações foram iniciadas no local em junho de 2009.[18]

Homo ergaster - Crãnio Khm-Heu 3733 descoberto por Bernard Ngeneo em 1975 (Quênia)

Homo ergaster

Alguns argumentaram que certos fósseis de Homo erectus encontrados na África Oriental são uma espécie distinta chamada Homo ergaster, o nome derivado do grego antigo ἐργαστήρ "operário". Muitos que, fazem objeção a esta espécie afirmam que eles são os ancestrais do moderno Homo sapiens, ao invés de erectus. É afirmado que o H. sapiens então migrou para a África substituindo as populações de Homo erectus (ou arcaico Homo sapiens) encontradas em outras partes do mundo.[19] Este modelo de evolução humana é conhecida como a teoria fora da África, que é distinta do ponto de vista concorrente conhecido como a teoria multirregional.[20] No entanto, continua a haver debate considerável sobre se o Homo ergaster deve ser considerado uma espécie separada do Homo erectus, e muitos, de fato, os tratam como um e o mesmo.[21]

Em resumo, o H. ergaster não mostra a promessa significativa de durar como um taxon separado devido a vários fatores. Não tem sido demonstrado ser significativamente diferente do erectus para a designação de uma nova espécie de hominídeos, e não foi mostrado estar mais perto de humanos modernos morfologicamente como foi reivindicada por alguns. Neste momento, ergaster basicamente significa H. erectus precoce da Africa.[22]

Em 2002, um crânio foi descoberto na Etiópia com características distintivas do Homo erectus que foi datado de 1 milhão de anos atrás (pela cronologia evolutiva), apoiando a visão anterior de que o erectus viveu na África, onde se acreditava que o Homo sapiens tivesse primeiro evoluído.[23] Carl Wieland do Creation Ministries International nota que esta descoberta simplesmente destaca a subjectividade da interpretação dos fósseis humanos e as sobreposições morfológicas apertadas entre os fósseis que são muitas vezes identificados como espécies separadas.[24]

Turkana Boy

(1984)

"Os maiores especialistas americanos sobre a evolução do cérebro humano Dean Falk da State University de New York em Albany e Ralph Holloway da Columbia University usualmente discordam, mas mesmo eles concordam que a área de Broca está presente em um crânio de East Turkana conhecido como 1470. Philip Tobias...renomado especialista em cérebro da África do Sul concorda." Anthro Quest: The Leakey's Foundation News. No.43 (Spring 91) p.13

Notas

  1. pode ser usado o termo esqueleto postcranial

Referências

  1. Lubenow, Marvin. Bones of Contention: A Creationist Assessment of Human Fossils. Grand Rapids, MI: Baker Books, 2004. p. 115. ISBN 978-0-8010-6523-1
  2. Bowden, Malcolm. (1988). "Homo Erectus A Fabricated Class of 'Ape-Men'". Journal of Creation 3 pp. 152-153.
  3. Lubenow, Marvin, p. 122}}
  4. 4,0 4,1 .Brown, P., cranial-vault thickness in Asian Homo erectus and Homo sapiens, in: Franzen, J.L., ed., 100 Years of Pithecanthropus: The Homo Erectus Problem, Courier Forschungs Institut Senckenberg 171, pp. 33–45, 1994.
  5. 5,0 5,1 5,2 How different is the cranial-vault thickness of Homo erectus from modern man? by John Woodmorappe, Journal of Creation 14(1):10–13, April 2000.
  6. 6,0 6,1 Discovery Questions Intelligence of Human Ancestor National Science Foundation, Press Release 08-203, November 18, 2008.
  7. 7,0 7,1 7,2 7,3 Lubenow p. 128
  8. Lubenow p. 127
  9. Lubenow, p. 336
  10. Lubenow, p. 117
  11. 11,0 11,1 Lubenow, p. 119
  12. Lubenow, pp. 120-121
  13. Lubenow, p. 120
  14. Beasley, G.J., Archaic fossil human remains—an update, Journal of Creation 9(2):169–215, 1995.
  15. Perloff, James. Tornado in a Junkyard: The Relentless Myth of Darwinism. Burlington, MA: Refuge Books, 1999.
  16. Lubenow, p. 86.
  17. Lamb, Andrew. ‘Southwest Colorado Man’ and the year of the one-tooth wonders Creation Ministries International. 2007.
  18. Homo erectus pekinensis Wikipedia. Acessado em 12 de janeiro de 2012.
  19. Homo ergaster. Wikipedia. Página visitada em 13 de Novembro de 2011.
  20. Out-of-Africa versus the multiregional hypothesis Nature Education, Accessed September 18, 2011.
  21. Homo erectus by Dennis O'Neil. Behavioral Sciences Department, Palomar College, San Marcos, California.
  22. Homo ergaster ArchaeologyInfo.com, Acessado em 11 de setembro de 2011.
  23. Skull may link pre-humans to modern man Cable News Network, 22 de março de 2002.
  24. Skull wars: new ‘Homo erectus’ skull in Ethiopia by Carl Wieland, Creation Ministries International, 22 de março de 2002.

Informação adicional


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