Starlight, Time and the New Physics

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Descrição:

por John Hartnett. 2007. Creation Book Publishers, 231 páginas.

ISBN 9780949906687

Em Starlight, Time and the New Physics [Luz das Estrelas, Tempo e a Nova Física], Dr. Hartnett expande o trabalho de Humphreys em Starlight and Time usando conceitos da teoria da Relatividade cosmológica para derivar uma cosmologia de terra jovem . Assim como o trabalho de Humphreys, ela oferece uma explicação para a visão da luz de estrelas distantes em um universo jovem, mas faz isso de uma forma que se encaixa mais facilmente em nossas observações do universo. O autor compara sua hipótese com explicações criacionistas anteriores para a visão da luz das estrelas que deve ter requerido milhões de anos para chegar na terra, incluindo a de Humphreys.

Dr. Hartnett mostra também como a Relatividade cosmológica explica a estrutura em larga escala do universo sem recorrer a Matéria escura e a Energia escura.

Fonte

Resenha

Este é um livro excelente que pode ser entendido por um leigo enquanto contém também material técnico para o disposto cientificamente. Ele representa verdadeiramente uma solução para o problema da luz das estrelas distantes.

Aplicando a Relatividade cosmológica para um universo limitado, Dr.John Hartnett desenvolveu uma cosmologia da criação de uma terra jovem que facilmente se encaixa e explica a estrutura em larga escala do universo sem recorrer à matéria escura ou à energia escura. Isto na verdade coloca sua cosmologia criacionista em uma posição melhor do que a do Big bang, que necessita de modificações constantes para explicar o que a cosmologia de Hartnett explica naturalmente.

Resenha

O problema mais vexatório na cosmologia criacionista tem sido sempre o problema da luz das estrelas e o tempo, i.e. como Adão poderia ter possivelmente visto, no sexto dia da criação, as estrelas em toda sua glória quando elas estão de quatro e meio a bilhões de anos luz de distância? Astrônomos uniformitaristas têm habitualmente desafiado os criacionistas com esta questão, na crença de que nenhum criacionista poderia possivelmente responde-la honestamente.

Porém, os uniformitaristas têm um problema também: os movimentos observados das galáxias e de seus superaglomerados não estão de acordo com a massa observada total do universo ou de qualquer galáxia nele. Em alguns casos, forças gravitacionais implicam em muito mais massa do que o que os astrônomos observam. Em outros, a luz de galáxias e outros grandes objetos está com redshift de maneira muito mais severa do que deveria estar e de uma forma que evidencia não apenas um movimento de afastamento, mas também uma aceleração. Incapazes de explicar as forças gravitacionais observadas ou a aceleração, astrônomos inventam conceitos como matéria escura e energia escura para explicá-los, e até mesmo embarcam em projetos grandes e caros para detectar esta matéria escura.[1]

John Hartnett explica que com um melhor entendimento da física, orientado pela criação, nem a matéria escura e nem a energia escura são necessários para explicar o que observamos. Assim, ele não apenas resolve o problema da luz das estrelas e o tempo, mas também invalida cosmologias de universo antigo na melhor maneira possível: oferecendo uma explicação mais simples que se encaixa em todos os fatos.

Hartnett começa explicando o problema da luz estelar e o tempo em detalhe e em uma linguagem clara e franca. Ele oferece cinco maneiras possíveis de reconciliar o texto claro de Gênesis 1 com a observação atual, e mostra porquê somente uma dessas cinco (a saber, que os relógios fluíram mais lentamente na terra, especialmente durante a Semana da Criação, do que no resto do cosmos) é satisfatória. Ele então lembra seus leitores dos problemas que os astrônomos uniformitaristas/evolucionistas têm, mas não gostam de admitir: o déficit aparente na massa e energia total observadas no universo.

Nem é esta a primeira vez que astrônomos têm inventado um tipo de "matéria escura" para explicar uma observação estranha. His history of the once-hypothesized planet Vulcan is particularly instructive, as much for historical perspective as for preparing the reader to accept a new physical paradigm that will resolve the paradoxes that have vexed astronomers for decades.

Então, ele demonstra as seguintes proposições em ordem:

  1. Relatividade cosmológica, tanto a especial como a geral.
  2. Galactocentricidade
  3. A contínua expansão do espaço, consistente com a descrição de Deus da expansão dos céus no Dia 2 da criação
  4. E, finalmente, a dilatação massiva do tempo que permitiria a luz das estrelas distantes alcançar a terra durante a Semana da Criação sem ter que se desacelerar e criar problemas ainda piores.

O segredo para a nova cosmologia é o tratamento do cosmos como tendo cinco dimensões ao invés das quatro usuais, com a velocidade sendo a quinta dimensão em adição ao comprimento, a largura, a profundidade, e o tempo.

Depois de definir esta nova cosmologia em termos leigos, ele a recapitula em uma série de "apêndices" que, na verdade, ocupam metade do trabalho. Estes apêndices dão o tratamento matemático detalhado dos conceitos envolvidos. Some working familiarity with cosmological mathematics (and of course a familiarity with differential and integral calculus) would be required for a complete synthesis of Hartnett's material.

Este trabalo representa um marco histórico em nosso entendimento do universo que ocupa importância com o heliocentrismo de Nicolau Copérnico e a relatividade geral de Einstein. Ele é uma das mais poderosas peças de evidência de um universo jovem apresentadas até agora e também nos lembra que a Navalha de Occam sempre será uma aliada poderosa.

Referências

  1. Wright, Alison, and Webb, Richard. "The Large Hadron Collider." Nature Insight 448(7151):269-312, 2008. DOI: 10.1038/448269a. Accessed April 17, 2008.