A sobrevivência do mais apto implica o forte faz o certo (Talk.Origins)

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Artigo Resposta
Este artigo (A sobrevivência do mais apto implica o forte faz o certo (Talk.Origins)) é uma resposta a uma réplica de uma reivindicação criacionista publicada pelo Talk.Origins Archive sob o título Index to Creationist Claims (Índice de Reivindicações Criacionistas).


Alegação CA002:

A sobrevivência do mais apto implica que o forte "faz o certo" (lei do mais forte) é um guia adequado para o comportamento.

Fonte: Keyes, Alan, 7 July 2001. Survival of the fittest? WorldNetDaily.


Resposta da CreationWiki:

A Talk Origins na verdade, não contesta o argumento, mas em vez disso evita uma resposta.

(citações da Talk.Origins em azul)

1. Esta afirmação exemplifica a falácia naturalista, argumentando que a forma como as coisas são implica como elas deveriam ser. É como dizer que, se o braço de alguém está quebrado, ele deve ficar quebrado. Mas "está" não implica "dever ser". A evolução é descritiva. Ela conta como as coisas são, não como deveriam ser.

Aqui, a resposta não chega a indicar se "o forte faz o certo" é como "dever ser" ou não. Mais importante, porém, esta resposta confirma que até agora "o forte faz o certo" tem sido o comportamento aceito. Afirmar que "deve" haver outra maneira requer um argumento, e não apenas uma declaração da sua existência (e nem mesmo isso, neste caso).

2. Os seres humanos, sendo sociais, melhoram a sua aptidão através da cooperação com outras pessoas. Mesmo que a sobrevivência do mais apto fosse tomada como base para a moral, implicaria tratar bem as outras pessoas.

Os humanos asseguram esta cooperação bem-sucedida através da força - aqueles que não cooperam são excluídos, punidos, ou trazidos à submissão através da força. Este argumento não contesta a alegação de que "o forte faz o certo", mas em vez disso é um exemplo de um "certo" que é feito através da "força". Cooperation is enforced.

A Talk Origins aqui, não conseguiu, até mesmo abordar o argumento básico. A evolução é uma história cheia com "o forte faz o certo", e se for verdade, então nós nascemos com isso. Nós somos a prole e produtos de "o forte faz o certo". A Talk Origins afirma que devemos entender a nossa história, a fim de determinar correctamente o comportamento [1], de modo que não se pode excluir a formação de uma porção da história natural ao abraçar outra.