Teoria das cordas

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A teoria das cordas é tanto "uma teoria da física onde [segundo a qual] todas as partículas elementares são manifestações das vibrações de cordas unidimensionais."[1] ou um "conceito de que todas as partículas podem ser representadas como cordas ou loops de cordas de comprimento incrivelmente diminutos, oscilando em várias freqüências."[2] Essas cordas, afirma a teoria, existem dentro de dez ou onze dimensões das quais seis ou sete são estruturas diminutas inconcebivelmente ligadas a cada ponto do nosso espaço-tempo de quatro dimensões.

A teoria das cordas é assumida a explicar tudo, desde a relatividade e a mecânica quântica até a própria existência das partículas básicas. Ela agora é um foco principal da física. Embora seja celebrada no estabelecimento científico moderno pode-se dizer claramente que ela lida mais com a ciência das origens do que com ciência operacional. Um dos mais proeminentes seguidores e agora céticos da teoria das cordas é Lee Smolin, que em seu livro, The Trouble with Physics (em português: O problema com a Física) como Martin Gardner afirma em uma crítica, agora diz que a teoria das cordas é

... apenas um conjunto de conjecturas curiosas em busca de uma teoria. É verdade, ela tem um grande poder explicativo, mas uma teoria viável tem de ter mais do que isso. Deve fazer previsões que podem ser falsificadas ou confirmadas.[3]

Referências

  1. "Entry for String Theory," Merriam-Webster's Online Dictionary. Acessado em 15 de abril de 2008.
  2. "New String-Theory Notion Redefines the Big Bang." <Physorg.com>, 31 de março de 2006. Acessado em 15 de abril de 2008.
  3. Gardner, Martin. "M is for messy." The New Criterion, 25:90, Abril de 2007. Acessado em 15 de abril de 2008.

Ligações externas