Inativação do cromossomo X

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A coloração de concha de tartaruga e dos gatos de chita e cálicos é uma manifestação visível da Inativação do cromossomo X.

Nos mamíferos, quando uma mulher herda dois cromossomos X um dos cromossomas X é inactivado, de modo que não vai produzir os produtos do gene. Se fosse autorizado a produzir produtos de genes, haveria o dobro de produtos em fêmeas quanto os que estão presentes nos machos, que só herdam um cromossomo X. O silenciamento de um cromossomo X é chamado de X-inativação. Quando um embrião feminino está se desenvolvendo, um cromossomo X é escolhido aleatoriamente para ser inativado. Isto é conseguido por condensação do cromossoma escolhido em heterocromatina. Esta forma condensada de cromossomo X inativado é chamada um corpo Barr e é facilmente reconhecível nas futuras gerações da linha celular, com sua inativação sendo fielmente copiada nas gerações celulares subsequentes (Alberts, et al., 473). Especificamente, parece que um ARN não-codificante (um que não é traduzido em proteína) produz X-inativação, revestindo toda o cromossomo X inativado e dirigindo a formação de heterocromatina (Alberts, et al., 474). Cromossomas X inativados têm também um elevado nível de metilação do DNA. A metilação do DNA e heterocromatina ambas fazem parte da herança epigenética, portanto, a inactivação do cromossoma X parece ser controlada pela porção epigenética da célula (Bernstein, 671).

Ligações externas

Bibliografia

  • Alberts, Bruce, Alexander Johnson, Julian Lewis, Martin Raff, Keith Roberts, and Peter Walter. Molecular biology of the cell. New York: Garland Science, 2008. Print.
  • Bernstein, Bradley E., Alexander Meissner, and Eric S. Lander. “The mammalian epigenome.” Cell 128 (2007): 669-681. Web. Mar 8 2010.