Anti-navalha

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Uma Anti-navalha é um argumento em lógica informal afirmando que, se uma explicação é muito simples para explicar a evidência, então é preciso desenvolver uma solução mais complexa. É uma oposição a Navalha de Occam.

Vários argumentos anti-navalha têm sido feitos.

Argumentos anti-navalha

O mais famoso argumento anti-navalha é o "anti-navalha de Chatton". Walter de Chatton foi contemporâneo de Guilherme de Ockham (1287-1347), que fez objeção à navalha de Occam e o uso de Ockham dela. Em resposta, ele criou sua própria anti-navalha:

Se três coisas não são suficientes para verificar uma proposição afirmativa sobre as coisas, uma quarta deve ser adicionada, e assim por diante.

Anti-navalhas também foram criadas por Emanuel Kant (1724–1804), e Karl Menger (1902-1985). Kant sentiu a necessidade de moderar os efeitos da navalha de Occam e, assim, criou a sua própria contra-navalha:

A variedade de entidades não deve ser diminuída precipitadamente.

Karl Menger encontrou os matemáticos sendo muito parcimoniosos em relação a variáveis pelo que ele formulou a sua [[Lei contra a avareza] que tomou uma de duas formas:

Entidades não devem ser reduzidas ao ponto da insuficiência.
É em vão fazer com menos o que exige mais.
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