Eugenia

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Logo do II Congresso Internacional de Eugenia, 1921.

A eugenia é a utilização de esterilização ou aborto como meio de seleção artificial para alterar as características de uma espécie. O termo geralmente se refere à criação seletiva de seres humanos. É uma filosofia social que advoga a manipulação da reprodução humana para os fins de se tentar melhorar as espécies humanas ao longo de gerações. A palavra eugenia vem da palavra grega para "bem nascido".

Cosmovisões

Os eugenistas, acreditam que as pessoas com deficiência e outros grupos socialmente indesejáveis, tais como vagabundos e 'defeituosos morais', enfraqueceriam o pool genético da nação e reduziriam a competitividade. No final do século 19 e início do 20, as pessoas com deficiência foram enclausuradas e mantidas afastadas em instituições do mesmo sexo por toda a vida ou esterilizadas. A política foi derivada da teoria de Darwin da sobrevivência do mais apto, que teve como objetivo melhorar a qualidade da população por impedir as pessoas "desajustadas" de reproduzir e encorajando as pessoas "ajustadas" à reproduzir.

Tais idéias eram populares em muitos países, e foram amplamente implementadas nos Estados Unidos, os países nórdicos e a Alemanha. Os Nazistas usaram argumentos científicos falsos para desencorajar a procriação por membros que eles consideravam que eram "impróprios" para viver em sociedade, seja fisicamente, mentalmente e socialmente. No famoso caso de Buck v. Bell em 1924, a Suprema Corte dos EUA manteve uma lei da Virgínia permitindo o estado esterilizar as pessoas deficientes mentais sem o seu consentimento. O Tribunal fundamentou:

We have seen more than once that the public welfare may call upon the best citizens for their lives. It would be strange if it could not call upon those who already sap the strength of the State for these lesser sacrifices, often not felt to be such by those concerned, in order to prevent our being swamped with incompetence. It is better for all the world, if instead of waiting to execute degenerate offspring for crime, or to let them starve for their imbecility, society can prevent those who are manifestly unfit from continuing their kind. The principle that sustains compulsory vaccination is broad enough to cover cutting the Fallopian tubes.

Holmes concluded his argument with the infamous phrase: "Three generations of imbeciles are enough."

Similar arguments were made in Civic Biology, the evolutionary text behind the Scopes trial.

History

A number of ancient pagan cultures practiced eugenics, notably the Spartans. Plutarch wrote of the Spartans:

If after examination the baby proved well-built and sturdy they instructed the father to bring it up, and assigned it one of the 9,000 lots of land. But if it was puny and deformed, they dispatched it to what was called 'the place of rejection', a precipitous spot by Mount Taygetus, considering it better both for itself and the state that the child should die if right from its birth it was poorly endowed for health or strength.[1]

The reason for this practice was an emphasis on the maintenance of "good stock," which led the Spartans to the following customs:

If an older man with a young wife should take a liking to one of the well-bred young men and approve of him, he might well introduce him to her so as to fill her with noble sperm and then adopt the child as his own. conversely a respectable man who admired someone else's wife noted for her lovely children and her good sense, might gain the husband's permission to sleep with her -- thereby planting in fruitful soil, so to speak, and producing fine children who would be linked to fine ancestors by blood and family.[1]

This is directly contrary to the teachings of Christ and the prophets, who taught that all should be treated justly, and not on the basis of strength or weakness. In opposition to the perverse human tendency to favor the strong over the weak, Jesus healed the sick and deformed, and warned the proud and powerful that they would be made low.

Referências

  1. 1,0 1,1 Plutarch on Sparta, London: Penguin Books, 1988, pp. 26-27.


Ligações externas

Ver também