Discípulo
Discípulo carrega o mesmo significado que a sua raiz latina discipulus: "tutelado" ou "aluno".
Isso também se aplica no sentido bíblico: vários grupos de pessoas são identificados como discípulos, ou alunos, de um mestre. Os mais conhecidos são certamente os doze discípulos principais de Jesus, chamados de apóstolos, mas Jesus tinha outros discípulos notáveis (por exemplo, Nicodemos, José de Arimatéia, Maria Madalena e Estevão). Outros mestres do Novo Testamento também tiveram discípulos: João Batista teve um grande número (pelo menos dois dos discípulos de Jesus, João e Tiago, eram discípulos de João originalmente), e Paulo de Tarso teve vários discípulos notáveis (por exemplo, Lucas, Marcos e Timóteo).
Note-se que na cultura judaica do primeiro século, tornar-se um discípulo de um mestre não significava simplesmente aprender com essa pessoa. O verdadeiro discipulado envolvia um compromisso de ambas as partes, bem como uma relação de mestre-aprendiz. A magnitude desse compromisso pode ser vislumbrada a partir do fato de que a palavra moderna "disciplina" (tanto no sentido de "um curso de estudo", bem como de "correção" ou "repreensão") deriva da mesma raiz.
Apesar de não serem chamados como tal, alguns relacionamentos no Antigo Testamento poderiam ser descritos como de discipulado, como de Samuel com Eli e de Eliseu com Elias.
Os doze discípulos
- André
- Bartolomeu
- Tiago, filho de Zebedeu
- João
- Mateus
- Pedro
- Filipe
- Simão
- Tomé
- Tiago, filho de Alfeu
- Tadeu (Judas)
- Judas Iscariotes e Matias
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