Eva mitocondrial

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Em 1987, um time da Universidade da Califórnia em Berkeley comparou o DNA mitocondrial (mtDNA) de vários grupos de pessoas de diferentes localizações geográficas. Eles concluíram que todas essas pessoas tiveram a mesma ancestral do sexo feminino e a chamaram de Eva Mitocondrial. Eles então procederam em calcular a taxa de mutações com base em suposições evolutivas, como o tempo da nossa alegada divergência de um ancestral comum com chimpanzés. Eles concluíram com base nessa estimativa de taxa de mutações que a Eva Mitocondrial viveu entre 100.000 e 200.000 anos atrás.

Em 1997, um trabalho intitulado A high observed substitution rate in the human mitochondrial DNA control region ("Uma alta taxa de substituição observada na região de controle do DNA mitocondrial humano"), de Parsons, Thomas J., et al., foi publicado na Nature Genetics. Eles compararam o mtDNA de muitos pares de mãe e filho e descobriram que mutações no mtDNA ocorrem cerca de 20 vezes mais rápido do que pensado anteriormente. Com base nessas medidas, eles calcularam que a Eva Mitocondrial viveu há apenas cerca de 6.500 anos.

O fato é que, quando você se livra de todas as terminologias e suposições evolucionistas, você tem:

  1. As diferenças medidas pelo time de Berkeley no DNA mitocondrial humano.
  2. O estudo de Parsons que mediu a taxa de mudança no DNA mitocondrial humano.

Quando esses dois grupos de dados são colocados juntos, eles fornecem uma data para a Eva Mitocondrial de cerca de 6.500 anos. Isso é aproximadamente o tempo que a Bíblia dá para quando a verdadeira Eva viveu. A única razão real para que esse número seja rejeitado é porque ele concorda com a Bíblia, e é contrário à evolução.

É ela a Eva bíblica?

Agora, é possível que a Eva Mitocondrial não seja a própria Eva, mas sim uma de suas descendentes do sexo feminino. Ela seria a última ancestral comum das mulheres dos três filhos de Noé. Eva poderia ter sido a última ancestral comum dessas três mulheres, mas essa ancestral poderia ter sido uma das descendentes pré-diluvianas de Eva.

Note a seguinte citação de um trabalho mais recente. Max Ingman et al. escreveu na Nature 408, 708-713, um artigo intitulado Mitochondrial genome variation and the origin of modern humans ("Variação do genoma mitocondrial e a origem dos humanos modernos", publicado no ano 2000) [1] que afirmou que:

A partir da distância genética média entre todos os humanos e a sequência de um chimpanzé (0,17 substituições por sítio) e da suposição, baseada em evidências paleontológicas e genéticas, de um tempo de divergência entre humanos e chimpanzés de 5 milhões de anos, a taxa de mutação (μ) para a molécula mitocondrial, excluindo o D-loop, é estimada em 1,70 x 10-8 substituições por sítio por ano.

É interessante que eles ainda estão calculando as taxas com base na suposição de que temos um ancestral comum com chimpanzés. Como no estudo de Berkeley, eles assumiram a evolução para se obter as datas antigas.

Nós ainda temos o caso em que é conhecido que eles realmente mediram a taxa de mudança no DNA mitocondrial humano, que resultou em uma data de 6.500 anos. Isso se provou um excelente estudo de caso de como os evolucionistas assumem a evolução ao calcular datas e ignoram datas que são contrárias a ela.

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