A Scientific Dissent From Darwinism

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A Scientific Dissent From Darwinism é uma lista produzida pelo Discovery Institute para apoiar suas reivindicações de validade científica para o design inteligente.[1] A lista foi anunciada em periódicos de destaque, como The New York Review of Books, The New Republic, e The Weekly Standard em outubro e novembro de 2001, "para refutar afirmações falsas pelos darwinistas que nenhum cientista de renome está cético do darwinismo" com particular referência aos documentários evolucionistas da série da PBS de 2001: "Evolution documentaries" produzindo uma lista de 100 dissidentes científicos. O Discovery Institute continuou a recolher assinaturas, relatando 300 em 2004, mais de 400, em 2005, mais de 600 em 2006 e 700 em 2007. Assinantes da lista, afirmam que:

Nós somos céticos das afirmações da capacidade da mutação aleatória e seleção natural para explicar a complexidade da vida. Um exame cuidadoso da evidência que suporta a teoria darwinista deve ser encorajado.[1]

Críticas

Em 29 de novembro de 2001, o National Center for Science Education produziu uma crítica, descrevendo o texto da declaração e da propaganda como enganoso, e observando que dos 105 "cientistas" listados, 41eram biólogos, com o restante, incluindo engenheiros, matemáticos e filósofos, e que nenhum dos listados era reconhecível como um contribuinte importante para a literatura científica debatendo o papel da seleção natural na evolução. De entrevistas a uma amostra dos signatários eles descobriram que alguns foram menos críticos do "darwinismo" do que a propaganda afirmou. Um artigo de fevereiro 2006 do New York Times criticou "A Scientific Dissent from Darwinism", apontando que apenas 25% dos signatários eram biólogos e uma amostragem daqueles que assinaram "sugere que muitos são os cristãos evangélicos, cujas dúvidas sobre a evolução surgiram de suas crenças religiosas." A resposta do Discovery Institute alegou que o artigo tinha perdido o ponto, e que "os engenheiros e outros cientistas tinham compreendido que os principais problemas enfrentados pela moderna teoria da evolução são problemas de engenharia" Muitos grupos têm comparado os 700 Dissidentes de Darwin para os cerca de 955.300 cientistas biológicos que existiam nos EUA em 1999.

A Superestimativa Possível de Números

Uma grande fração dos Dissidentes de Darwin são matemáticos, engenheiros, físicos, engenheiros e outros que nunca lidaram com a evolução profissionalmente. Ken Chang do New York Times constatou que, em fevereiro de 2006, cerca de 75,1% dos Dissidentes de Darwin não eram biólogos. Portanto, os cerca de 150 dissidentes biólogos de Darwin representam cerca de 0,0157% dos biólogos norte-americanos que existiam em 1999. Em outras palavras 99,9843% de biólogos nos EUA ou ou apoiam a evolução ou não assinaram a pesquisa, embora tenha sido aberta.

É provável que houvesse mais biólogos e cientistas da terra nos EUA em 2007 do que havia em 1999. O número de pessoas de graduação em biologia e o aumento líquido de biólogos através da imigração provavelmente continuou a aumentar, de modo que a figura de 955.000 é provável uma subestimação do número de biólogos norte-americanos em 2007.

A lista dos Dissidentes de Darwin inclui muitos cientistas estrangeiros, o que também resulta em uma superestimativa da percentagem de cientistas que não aceitam a evolução.

Referências

  1. 1,0 1,1 A Scientific Dissent From Darwinism. Página visitada em 2013-04-06.

Ligações externas