Mitos da evolução

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Mitos da evolução são conclusões baseadas em pressupostos filosóficos, fraudes e mentiras usadas para apoiar a evolução. Disputas de evidência científica são desenfreadas em vários campos da ciência filosófica fazendo visões de mundo como a criação e a evolução entrar em choque, ainda mais. Dentro destas disputas, as alegações de erros, fraudes e enganos são frequentes. Por causa da razao entre evolucionistas e criacionistas, os criacionistas frequentemente gastam muito do seu tempo, ou afirmando ou refutando, essencialmente falsificando as teorias evolucionárias. A menos que especificado, este artigo não vai fazer declarações de intenção para fraudes, mas apenas destacar evidências populares para os evolucionistas que foram reivindicadas como fato por muitos anos, mas através do tempo e disciplina científica adequada foram descartados. Enquanto muitos evolucionistas estão conscientes de que esses argumentos não são válidos, eles podem ainda ser encontrados em debates e em manuais escolares. Este conjunto de mitos deve servir para informar as pessoas e fornecer uma referência central.

Recapitulação embrionária

Desenhos dos embriões de Haeckel

Ernst Haeckel promoveu a ideia de que os embriões humanos à medida que se desenvolvem, passam através das fases evolutivas que levaram ao desenvolvimento dos seres humanos. Esta idéia é conhecida como recapitulação. Haeckel copiou uma série de imagens dos embriões e as modificou para demonstrar esse princípio. Suas imagens são agora bem conhecidas como sendo fraudulentas.[1] [1].

Paleoantropologia

Criacionistas consideram todos os supostos fósseis intermediários do macaco para o homem serem ou totalmente macacos ou totalmente humanos, embora ainda permaneça certa discordância [2].

  • Homem de Piltdown (Eoanthropus dawsoni): Fóssil fraudulento que foi lixado para se parecer com o dos humanos e tratado quimicamente para dar-lhe a aparência de idade. Ele foi saudado como prova da teoria de Darwin, durante quarenta anos.
  • Homem de Nebraska (Hesperopithecus haroldcookii): Refere-se a um dente mal preservado fossilizado incorretamente identificado como pertencente a um primata em 1920, mas um consenso foi alcançado depois de que pertencia a um caititu (porco selvagem).
  • Homem de Java (Pithecanthropus erectus): Fóssil fraudulento.
  • Neandertais (Homo sapiens neanderthalensis): Apesar das tentativas anteriores do evolucionistas de classificar os neandertais como primitivos "homens-macaco," descobertas recentes indicacam que os Neandertais eram humanos. Ainda, vários espécimes de Neandertal datados pelo professor Reiner Protsch foram considerados drasticamente mais jovens do que o sugerido. [3]

Traças noturnas

traças noturnas com duas variedades: uma mais clara e uma mais escura

As traças noturnas (Biston betularia) têm sido muito utilizadas como exemplo de evolução. A explicação mostra que a poluição da Revolução Industrial fez com que os troncos das árvores se tornassem mais escuros. As mariposas mais claras passaram a se destacar contra as árvores escuras, de modo que os predadores iriam mirar nelas, dando as mariposas mais escuras coloridas uma vantagem natural. Há dois problemas com isso:

  1. As imagens utilizadas para demonstrar as mariposas eram fraudulentas, com as mariposas presas à árvore. As mariposas não descansam em árvores durante o dia, eles só voam à noite.
  2. Isto não demonstra a evolução, mas em vez disso demonstra a seleção natural, que também está presente no modelo da criação. Isso demonstra traços já existentes que estão sendo selecionados à favor ou contra.

Similaridade do ADN Humano-chimpanzé

Este foi um mito seguido e ensinado cegamente pelos evolucionistas por 30 anos. É agora, uma vez que se desvendou o ADN e o genoma foi decodificado que podemos ver e realmente entender a complexidade e a diferença do ADN humano e relação ao do chimpanzé.

Escrevendo para a Scientific American, JR Minkel tinha isto a dizer sobre os resultados e estatísticas que apoivam[4]:

Nos seres humanos e chimpanzés, que têm cerca de 22.000 genes cada um, o grupo descobriu 1.418 duplicatas que um ou o outro não possui. Por exemplo, os humanos possuem 15 membros de uma família de genes do cérebro associadas ao autismo, chamada família centaurin-gama, enquanto que os chimpanzés têm seis, por uma diferença de nove cópias do gene.

O grupo estima que os seres humanos adquiriram 689 novas duplicatas de genes e perdeu 86 desde então divergindo do nosso ancestral comum com os chimpanzés há seis milhões de anos. Da mesma forma, eles consideravam que os chimpanzés perderam 729 cópias de genes que os seres humanos ainda têm.

"O artigo apoia a ideia de que a emergente alteração no número de cópias dos genes, através de duplicação de genes ou a perda, é um dos principais mecanismos de condução da evolução mamífera" , diz o pesquisador em genômica James Sikela do University of Colorado Health Sciences Center.

Matthew Hahn (Indiana U) e uma equipe de cientistas realizaram estudos comparando o ADN humano e do chimpanzé, mas levando em consideração as duplicações de genes que não eram 1,5% como foi propagado. Sabe-se agora que a diferença varia de cerca de 6%. Sr. Hahn publicou os resultados que destruíram o mito [5] no PLoS One, um periódico científico peer-reviewed.

Mais recentemente, as comparações genéticas de Cromossomas Y revelaram uma diferença de até 30% entre humanos e chimpanzés.

Archaeoraptor

Artigo da National Geographic que mais tarde foi provado ser falso.

A mais recente e talvez a mais infame fraudes evolucionista foi cometida na China, publicada em 1999 na revista National Geographic (196:98-107, Novembro de 1999). Ossos de dinossauros foram colocados juntos com os ossos de uma nova espécie de pássaro e eles tentaram passá-lo como um novo e importante intermediário evolutivo.

Notícias

  • Anthropologist resigns in 'dating disaster' - Painel diz que o professor de origens humanas fabricou os dados, e plagiou obras. WorldNetDaily, 19 de fevereiro de 2005
  • Dinosaur exposed as fake Um espécime de Icthyosaurus espécime em exibição no Museu Nacional do País de Gales, em Cardiff foi removido para manutenção e constatado ser uma composição de duas amostras diferentes, com uma confusão de gesso misturado. BBC, 8 de Dezembro de 2000

Referências

  1. Wells, Jonathan. Icons of Evolution: Science or Myth. Washington, DC: Regnery Publishing, 2002. p. 81-109. ISBN 0-89526-200-2

Referências relacionadas