Fideísmo

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Fideísmo: do latim fides, fé. É a doutrina que a biblicamente informada, particularmente em relação a Criação, é tão legítima fonte de verdade como a Ciência. O fideísmo é, portanto, diametralmente oposto à Materialismo, a crença de que só o mundo material é conseqüência para a verdade, e o Naturalismo, a rejeição categórica daquilo que não pode ser explicado pela ciência materialista. Ele é freqüentemente associado com versões históricas do Sobrenaturalismo e é compatível com, mas não necessáriamente, o criacionismo.[1]

Sustentação filosófica

O defensor mais vocal do fideísmo foi Blaise Pascal, que argumentou que a razão humana (o que seria teologia natural dentro da epistemologia cristã) não poderia garantir a segurança completa, devido ao erro humano sem o apoio da revelação divina (teologia revelada). Nos últimos tempos, porém, a doutrina tem caído em desuso após os avanços significativos da ciência da criação em provar que o sobrenatural pode ser estudado e comprovado através da lógica e da ciência. O fideísmo também tem sido feito desnecessário pelo realismo teísta, que argumenta que as afirmações da Bíblia são de fato consistentes com as leis da natureza e que a compreensão humana sem ajuda dessas leis, não a Bíblia, estão em falta.[2]

Foi condenado pela igreja católica, através do Papa Pio IX, no século XIX através do concílio Vaticano I.

Ver também

Referências

  1. Fideísmo. Página visitada em 18 de Maio de 2012.
  2. Fideísmo. Página visitada em 18 de Maio de 2012.