Extinção

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Dodô, uma ave não voadora extinta que era endêmica na ilha de Maurício.

A extinção pode resultar de seleção natural: "sobrevivência do mais apto" significa que as variações de organismos desenvolvem atributos menos competitivos em uma população causando uma sub-população diminuir até ser extinta. A extinção também é o resultado de efeitos ambientais catastróficos (tais como o desastre global do dilúvio de Noé) que pode destruir a vida em todos ou alguns nichos ecológicos. Nos tempos modernos, no entanto, muitas extinções tem sido causadas por atividades humanas.

Quando um desastre global destrói todos os membros de uma ou mais espécies, é chamado de extinção em massa.

Extinção e Evolução

Os evolucionistas tendem a afirmar que 95-99 por cento das espécies foram extintas. Tais afirmações não são baseadas em evidências, mas são pressuposições da teoria geral da evolução. Se a evolução for verdade, um número enorme de tipos de organismos devem ser imaginados no passado, um número muito maior de tipos de organismos dos que agora estão vivos, e um número muito maior do que são representados como fósseis. Uma análise cuidadosa revela que a ancestralidade comum universal exige um grande número, mesmo um número astronômico, de formas de transição da vida, e que as espécies que se extinguiram devem ser substituídas por novas variedades.[1] No entanto, os dados sobre espécies conhecidas não apoiam esta reivindicação de um número elevado de extinções. Jonathan Sarfati comenta:

O número de espécies fósseis encontradas na verdade é estimado em cerca de 250.000, enquanto há cerca de três milhões de "espécie" vivas, ou até mais, dependendo de quem está contando a história. Mas se esta afirmação de >95% estiver correta, seria de se esperar muito mais espécies nos fósseis do que nas que vivem.[2]

Extinção dos dinossauros

A extinção em massa dos dinossauros parece a muitos ser um mistério científico intrigante. Dentro do modelo-padrão de pensamento evolucionista os dinossauros foram extintos por algum tipo de catástrofe cerca de 50 a 65 milhões de anos. A teoria predominante é um asteróide, no entanto, há um certo número de problemas com esta teoria. Um problema reconhecido por Darwin é a abundância de fósseis vivos. Sarfati fornece outros exemplos:

  • A extinção não foi tão súbita (usando interpretações evolutivas|longas eras do registro geológico). Mas a disseminação no registro geológico faz sentido se a maior parte dos depósitos sedimentares foram formados no dilúvio de Noé.
  • Espécies sensíveis à luz sobreviveram.
  • As extinções não se correlacionam com as idades das crateras, mesmo com os pressupostos de datação evolucionistas.
  • Erupções vulcânicas modernas não causam padrões de extinção global, mesmo que causem uma queda de temperatura temporária.
  • O enriquecimento de irídio, supostamente uma prova chave do impacto de meteoro, não é tão claramente definido como alegado.
  • Núcleos de perfuração da cratera aparentemente "prova irrefutável" na península de Yucatán, no sudeste do México não apoiam a ideia de que é uma cratera de impacto.
  • Parece que alguns cientistas não falam contra a ideia com medo de prejudicar a ideia do ‘inverno nuclear’, e ser agrupados com os ‘belicistas nucleares.’[3]

Referências

  1. Sarfati, Jonathan. Refuting Evolution 2 Chapter 8 - Argument: The fossil record supports evolution. Greenforest AR: Master Books, 2002. (p144-145)
  2. Sarfati, p145
  3. Sarfati, p146

Ligações externas